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Lar»Cidades»Paraíso»Pesquisa da IFTO de Paraíso do Tocantins revela aumento no valor da cesta básica local
Paraíso

Pesquisa da IFTO de Paraíso do Tocantins revela aumento no valor da cesta básica local

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins31 de março de 2014 - 14:173 minutos de leitura
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Por meio de pesquisa realizada em Paraíso do Tocantins, estudantes e professor do curso superior de Administração, do campus Paraíso do Tocantins (IFTO), destacam aumento no valor da cesta básica local, referente ao mês de fevereiro deste ano

O estudo revela que para o período, o valor da cesta foi de R$ 236,79. O resultado representa 1,19% a mais do que o mês anterior.


 A pesquisa realizada sob orientação do professor Márcio Eckardt, com a participação dos estudantes Gianluca Batista Silva, Leila Maria Azevedo Costa e José Marcio Ferreira, tem o objetivo de avaliar o poder de compra do salário mínimo na aquisição de alimentos na região. O estudo vem sendo realizado desde novembro do ano passado e, ao longo de um ano, a equipe vai apresentar mensalmente os valores obtidos.


 O levantamento revela ainda que no acumulado do primeiro quadrimestre de pesquisa, foi registrada uma variação negativa nos preços de aproximadamente 2,38%. “Desta forma, um trabalhador paraisense, que recebe um salário mínimo mensal, no valor de R$724,00, necessita trabalhar aproximadamente 72 horas por mês, ou seja, 9 dias para poder adquirir esta cesta de produtos” explica o professor.


 Na prática, isso significa que, para o trabalhador suprir suas despesas e da sua família, incluindo alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o valor do salário mínimo deveria ser de R$ 1.989,28. Quase três vezes mais que o valor do salário atual.


 Pesquisa Nacional


 A nível nacional, a pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – DIEESE, revelou que no mês de fevereiro, o valor do salário mínimo deveria ser de R$2.778,63, isto é, 3,84 vezes o valor do salário mínimo em vigor. O DIEESE, por meio da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), considera que as despesas com alimentação equivalem a 35,71% da renda do trabalhador. Para realizar este cálculo, o departamento toma como base uma família com dois adultos e duas crianças, que por hipótese, consomem como um adulto. Após estas considerações, o resultado é multiplicado por três, considerando o maior valor encontrado dentre as 18 capitais pesquisadas.


 A pesquisa da cesta básica nacional, realizada pelo DIEESE, apontou novamente um aumento do preço em metade das 18 capitais pesquisadas e queda em outras nove. Na região Norte/Nordeste,  Aracajú-SE e Belém-PA tiveram um aumento de 5,31% e 0,83% respectivamente. As maiores quedas obtidas na região foram em João Pessoa-PB (3,47%) e Manaus-AM (3,44%).


 Variação de preços


O estudo realizado pela equipe do campus Paraíso do Tocantins revela também o comportamento dos preços na cidade no mês de fevereiro. Dentre os produtos que compõem a cesta, as maiores quedas registradas foram referentes ao leite e à manteiga, com redução de 5,9% e 4,9% respectivamente.  Por outro lado, os maiores aumentos ficaram por conta da banana com 10,8% e da farinha de trigo com 4,1%. No acumulado dos últimos quatro meses, as maiores quedas nos preços foram do feijão com 18,8% e do leite, com 14,5%.  Os maiores aumentos registrados foram da banana, 8,5%, e do açúcar com 7,3%. Conforme os resultados, os produtos que mais pesam no valor da cesta são a carne, com 24,3%, o tomate, 20,2%, o pão 17,8% e a banana com 10,2%.

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