Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
sexta-feira, 19 junho
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Estado»Investigação da PF aponta que suspeito de assassinato entregou relógios e R$ 750 mil para comprar liberdade
Estado

Investigação da PF aponta que suspeito de assassinato entregou relógios e R$ 750 mil para comprar liberdade

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins30 de agosto de 2024 - 08:002 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

da redação

A investigação da Polícia Federal apurou que a suposta organização criminosa suspeita de intermediar a venda de decisões judiciais teria recebido R$ 750 mil e três relógios de uma marca de luxo para revogar a prisão de Bruno Teixeira da Cunha, em 2020. Neste caso, a PF encontrou indício de possível envolvimento de advogados, de um juiz e de um desembargador.

Tribunal de Justiça do Tocantins — Foto: Divulgação/TJ TO

As informações constam na decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que autorizou a operação Máximus, no dia 23 de agosto. A investigação da Polícia Federal apura os crimes de corrupção ativa, exploração de prestígio, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Bruno Teixeira da Cunha tinha sido preso em fevereiro de 2020 suspeito de envolvimento da morte do empresário Elvisley Costa de Lima. O crime aconteceu na Avenida Palmas Brasil, em Palmas.

Na época, o Ministério Público Estadual foi contra a liberdade, mas o juiz Marcelo Eliseu Rostirolla, que estava com o caso, decidiu soltar Bruno afirmando que embora existissem fortes indícios de participação, o réu se apresentou espontaneamente e “demonstrou que pretende colaborar” e a liberdade só deveria ser restringida em caso de “extrema necessidade.”

Para a investigação essa decisão é considerada suspeita. Segundo consta no documento do STJ, o deferimento da liberdade aconteceu “de forma tão atípica” que “causou grande repercussão na imprensa local.”

Os relógios citados são da marca de luxo Hublot. A decisão não diz quais os modelos teriam sido repassados, mas os produtos da marca são vendidos com preços que podem passar de R$ 150 mil. Thales também foi preso preventivamente durante a operação Máximus, suspeito de ser operador do suposto esquema.

Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Gestão estadual desburocratiza serviços e Tocantins registra 16,6 mil novas empresas em 2026

16 de junho de 2026 - 18:36

Governador Wanderlei Barbosa anuncia construção do Parque dos Pioneiros em Palmas

15 de junho de 2026 - 21:34

Advogado contesta multa por uso de IA em petição no TJTO

13 de junho de 2026 - 12:02

Atuação da OAB/TO repercute nacionalmente e motiva intervenção do CNJ

13 de junho de 2026 - 10:35

Operação em Gurupi autua transporte clandestino e flagra uso irregular de veículo oficial

11 de junho de 2026 - 22:39

Sob liderança de Gedeon Pitaluga, ESA Nacional lança projeto nacional para capacitação da advocacia em inteligência artificial

11 de junho de 2026 - 18:16
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.