
da redação
A Polícia Civil do Tocantins realizou, nesta segunda-feira (24), uma nova etapa da investigação sobre a morte de Briner de César Bitencourt, que faleceu em outubro de 2022 enquanto estava preso em Palmas. O jovem havia sido absolvido pela Justiça, mas morreu antes de receber o alvará que determinava sua libertação. Durante a operação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão na capital, incluindo locais ligados aos atendimentos médicos prestados ao rapaz. Entre os investigados estão três médicos e três enfermeiros que tiveram contato com Briner antes da morte.
A apuração busca esclarecer se houve falhas no atendimento de saúde, além de possíveis omissões e irregularidades em registros médicos. Documentos, prontuários e equipamentos eletrônicos foram recolhidos e deverão passar por análise pericial. Segundo as informações da investigação, Briner apresentou problemas de saúde, recebeu atendimento na unidade prisional e posteriormente foi levado para uma unidade de saúde, onde morreu. O alvará de soltura chegou ao presídio apenas horas depois do óbito. A Polícia Civil informou que o inquérito está em fase final e que os materiais apreendidos serão importantes para esclarecer as circunstâncias da morte. Até o momento, os profissionais são investigados e não há informação de denúncia criminal formal contra eles.







