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Lar»Cidades»Peixe»Terceiro maior arquipélago fluvial do mundo, Tropeço encanta e desafia turistas
Peixe

Terceiro maior arquipélago fluvial do mundo, Tropeço encanta e desafia turistas

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins16 de julho de 2014 - 13:454 minutos de leitura
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O município de Peixe, localizado na região sul do Tocantins, foi abençoado pela natureza. Além da Ecopraia da Tartaruga, uma das mais conhecidas do Estado, na região também se encontra o terceiro maior arquipélago fluvial do mundo, o Tropeço.

Com 366 ilhas e ilhotas, o Tropeço fica atrás apenas do arquipélago de Mamiruá, em Barcelos (AM), formado por 700 ilhas e do de Anavilhanas, situados no mesmo estado, nos municípios de Novo Airão e Manaus, com cerca de 400 ilhas.

 

O Arquipélago do Tropeço, no Rio Tocantins, é marcado pela presença de centenas de espécies de pássaros e plantas, uma beleza exuberante que se perde de vista e encanta os olhos de quem tem a oportunidade de visitar e navegar pelas águas multicolores que variam entre as tonalidades de verde e azul. Um cenário que ao longo do ano atrai cerca de 50 mil visitantes, que percorrem um trajeto de 5 km (caso saia do Porto) e 10 km (caso saia do píer da ecopraia da Tartaruga) e segue pelo rio.

 

Ao mesmo tempo em que encanta, o passeio desafia o espírito aventureiro do turista.  O salto da água sobre pedras formam corredeiras e remansos que oferecem perigo a quem não souber se guiar entre os canais convencionados à navegação, o que exige do turista o acompanhamento de um barqueiro profissional, que conheça bem o trajeto.  Em segurança, o navegante mergulha em um mundo de encanto e paz.

 

Segundo o barqueiro José Maria Pinto Américo, já são 25 anos navegando ás águas do Rio Tocantins, e quem optar pelo passeio vai se encantar com a paisagem. “A prática de muitos anos me fez conhecer cada trecho do Tropeço, e o único conselho que eu dou para quem vier fazer uma visita aqui é que vá acompanhado por um barqueiro que tenha experiência”, disse.

 

O barqueiro José Maria Pinto, lembra que o turista que desejar conhecer o arquipélago com segurança tem que estar acompanhado por uma pessoa que conhece a região. (Foto: Ademar Ribeiro)

 

O palmense Fernando Gontijo conta que apesar da distância da capital até o município de Peixe, ele visita o Tropeço ao menos duas vezes por mês. “Aqui é um paraíso, um lugar onde você vem com prazer. É o maior privilégio esta aqui, lugar único, maravilhoso, com fotografia espetacular. Me faltam palavras para definir tudo isso”, disse.

 

As ilhas e ilhotas que formam o arquipélago de Tropeço possuem formas e tamanhos variados, em posições que fazem o rio correr em saltos sobre as pedras. O Tropeço, como é conhecido o lugar, é uma referencia a esse movimento das águas.  O turista ao fazer a visita também pode montar acampamento ou se divertir com a pesca esportiva.

 

Serviço

 

O passeio de barco pelo Tropeço varia de R$ 200 a R$ 250 e pode ser feito por 4 a 6 turistas acompanhados por um barqueiro profissional. Ao longo de todo o ano, barqueiros se encontram as margens do rio, no píer de acesso a ecopraia da Tartaruga para prestar o serviço.

 

Saiba mais

 

A centenária Peixe passou a ter autonomia política em 20 de junho de 1895, mas longe da história oficial a imaginação da população local dar conta da origem do nome do município. O biólogo Luis de Franca Monteiro de Oliveira França Filho mora há 20 anos no município e conta o que aprendeu desde que chegou à região.

 

De acordo com ele, a história do nome remete a época em que o município era apenas um povoado, quando uma grande enchente fez com que as águas do Rio Tocantins fossem despejadas numa grande lagoa e depois, com a baixa da água, apareceu um peixe de tamanho nunca visto. “Dava até para as mulheres lavarem roupa na cabeça do peixe, que depois morreu”, contou.  

 

Depois do acontecimento, a história se espalhou e quem passava pela região queria conhecer a tal lagoa, “assim, aqui ficou conhecido como Lagoa do Peixe e depois só Peixe”, finalizou.

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