Para o Sintet, o Governo não tem ainda uma proposta consistente, clara e que atenda a pauta reivindicatória. “Não houve avanços nas negociações na reunião realizada nesta segunda, 31. O governo não apresentou nenhuma proposta e só apresentará quando os trabalhadores retornarem às atividades”, disse
A categoria afirmou ainda que não aceita o parcelamento do retroativo da progressão do edital de 2012 em 6 vezes a partir de maio. Afirmou ainda que o Governo não “aceita incluir na revisão do PCCS processo de eleição democrática para diretor de escola, considerado pelo sindicato um ponto crucial para tentar por fim à grande interferência política nas escolas”.
Ao Sintet, o secretário Lúcio Mascarenhas, da Administração, teria afirmado que só entregaria a proposta por escrito se a categoria suspendesse a greve e voltasse imediatamente ao trabalho. “O que foi considerada uma afronta aos dirigentes que esperavam uma negociação. A reunião terminou com o secretário abandonando o encontro”, disse.
a despeito da liminar concedida na sexta-feira pelo Tribunal de Justiça, que declarou ilegal a greve, sob pena de multa, cortes de pontos e outras ameaças, a categoria continua firme e forte na greve. Citado na tarde desta segunda-feira, 31, o presidente do SINTET, José Roque Rodrigues Santiago afirma que recorrerá da decisão.
“O governo não apresentou uma proposta condizente e tenta resolver o impasse com ameaças e pressão. A decisão liminar afirma que há um franco processo de negociação e que 90% da pauta foi atendida, é mentira, vamos provar isso e mostrar pra sociedade que esse Governo é contra a Educação”, afirmou José Roque.
Visitamos algumas escolas da rede estadual para acompanhar in loco como ficou a situação da greve depois da reunião da tarde de ontem entre representantes do Governo e do Sintet. Confira:












