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Brasil

Terras raras: o que são e por que despertam o interesse dos EUA

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins31 de julho de 2025 - 10:483 minutos de leitura
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da redação

O Brasil possui a segunda maior reserva mundial de “terras raras”, minerais estratégicos essenciais para tecnologias modernas e neste contexto o Tocantins é um dos estados inseridos com solo que possui riquezas. O governo brasileiro foi informado sobre o interesse dos Estados Unidos em acessar esses recursos minerais, em meio às tensões comerciais e tarifas impostas pela administração Trump. Na semana passada, o encarregado de negócios da Embaixada dos EUA no Brasil, Gabriel Escobar, recebeu representantes do Instituto Brasileiro de Mineração para discutir o tema.

O país sul-americano controla 25% das reservas mundiais desses minerais, ocupando posição estratégica no cenário global de recursos naturais. Em resposta ao interesse estrangeiro, o presidente Lula declarou que “aqui ninguém põe a mão”.

Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras e atrai a atenção dos Estados Unidos

O que são as terras raras e por que são importantes

As “terras raras” compõem um grupo de 17 elementos químicos fundamentais para o funcionamento de diversos produtos tecnológicos contemporâneos. Esses minerais são componentes indispensáveis em smartphones, televisores, câmeras digitais e LEDs, mesmo quando utilizados em quantidades reduzidas.

Esses elementos são cruciais na fabricação de ímãs permanentes, que mantêm propriedades magnéticas por décadas. Tais ímãs viabilizam a produção de componentes menores e mais leves, necessários para turbinas eólicas, veículos elétricos e outras tecnologias avançadas.

Na indústria de defesa, esses minerais têm aplicação estratégica em aviões de caça, submarinos e equipamentos com telêmetro a laser. Pesquisadores brasileiros trabalham no mapeamento de novas reservas em Minas e outros estados do país.

O valor econômico desses minerais estratégicos

Os preços das terras raras superam significativamente os de minerais convencionais. O minério de ferro custa cerca de R$ 0,60 por quilo, enquanto o neodímio e o praseodímio, elementos mais usados na produção de ímãs, alcançam valores próximos a 55 euros (R$ 353) por quilo.

O térbio apresenta valor ainda mais elevado, podendo ultrapassar 850 euros (R$ 5.460) por quilo. Esses preços refletem tanto a importância estratégica quanto os desafios técnicos associados à extração e processamento desses minerais.

As principais inovações tecnológicas da atualidade dependem desses recursos minerais críticos, explicando a movimentação das potências globais para assegurar acesso às reservas, considerando especialmente o domínio chinês no mercado.

Por que são chamadas “raras” se não são escassas?

Os elementos denominados “terras raras” não são escassos na crosta terrestre. Esses minerais estão distribuídos globalmente, porém em concentrações muito baixas, o que dificulta encontrar depósitos economicamente viáveis para exploração.

A China produz 70% do volume global desses minerais, segundo dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). A mina chinesa de Bayan Obo, situada no norte do país, contém grandes quantidades de todos os elementos utilizados em ímãs permanentes.

Para os Estados Unidos e nações ocidentais, a dependência desses recursos controlados pela China constitui uma vulnerabilidade estratégica, particularmente em um contexto de crescentes tensões comerciais e geopolíticas.

O monopólio chinês e suas implicações globais

Além de possuir a maior concentração territorial desses minerais, a China domina os processos de refino. Após a extração, os elementos passam por complexos procedimentos de separação até se tornarem utilizáveis, etapa também controlada pelos chineses.

A dependência ocidental é expressiva. A União Europeia importa entre 80% e 100% desses minerais da China. Para os elementos mais pesados do grupo, a dependência atinge 100%, criando uma vulnerabilidade que preocupa lideranças mundiais.

Via Brasil 61

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