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Opnião

Políticos e a prática da barganha

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins24 de fevereiro de 2014 - 13:276 minutos de leitura
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Barganha: “Desde a chegada dos portugueses em 1500, a estratégia de agradar a população para conquistar sua confiança não mudou muito. Hoje em lugar de presentear com espelhinhos, utensílios e bugigangas, os políticos interesseiros em conquistar votos, prometem o impossível”. João Abrantes

Essa é a cultura da barganha, do troca troca, do toma lá, dá cá, do me engana que eu gosto, da coisa nauseante dessa lado obscuro da política e da banda podre da sociedade brasileira.


Tem uma antiga e linda cantiga popular que se tornou patrimônio da cultura popular brasileira, que se chama “SE ESSA RUA FOSSE MINHA” a letra fala assim: “Se essa rua, se essa rua fosse minha, eu mandava, eu mandava ladrilhar, com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante, só pra ver, só pra ver meu (eleitor – aqui modificada por mim) passar”. Essa é a cultura da barganha, do troca troca, do toma lá, dá cá, do me engana que eu gosto, da coisa nauseante dessa lado obscuro da política e da banda podre da sociedade brasileira. A letra da cantiga popular brasileira retrata a paixão de um homem pelo amor de uma mulher, e para conquistá-la, promete o impossível mesmo sabendo que é ilegal e imoral, ora isso é justamente o que vemos e vivenciamos no período eleitoral, quando políticos ímprobos fazem as mais escabrosas promessas sem medir as consequências.


 


Desde a chegada dos portugueses em 1500, a estratégia de agradar a população para conquistar sua confiança não mudou muito. Hoje em lugar de presentear com espelhinhos, utensílios e bugigangas, os políticos interesseiros em conquistar votos, prometem o impossível, “compram” tudo o que podem para então ocupar um cargo por quatro anos, que muito bem planejado poderá ser transformado em oito e fazer dele o que bem lhes interessar. A prática de se dar alguma coisa em troca de um voto não poderia deixar de ser uma atitude das mais desprezível e repugnante ao processo político democrático de qualquer nação, mas é esta a prática da maioria dos políticos em busca do voto. E não adianta incriminar somente o “cidadão” de baixa renda que em época de eleição sai pela rua em busca de um político para lhe fazer favores. Pior mesmo são aqueles que se dizem “esclarecidos” e se vendem por uma promessa de emprego para si, ou alguém de sua família. Voto é direito sagrado, é melhor jogar no lixo se não mais acreditar em alguém, do que vendê-lo. Na ordem jurídica brasileira, a raiz constitucional de todos os direitos políticos pode ser identificada no parágrafo único do art. 1° da CF/88, que dispõe: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Este dispositivo encontra subsequente especificação nos artigos 14, 15 e 16 da Constituição (Título II, Dos Direitos e Garantias Fundamentais, Capítulo IV, Dos Direitos Políticos). Observe-se que os direitos e garantias individuais e o VOTO direto, secreto, universal e periódico constituem cláusulas pétreas da Constituição brasileira, não podendo ser objeto de emenda (art. 60, § 4°, II e IV) .


 


É tão comum ver um “cidadão” perguntar se você ou amigos conhecem algum candidato que poderia lhe comprar algo em troca de voto, ou seja, a sua ingênua maneira em achar alguém para resolver o seu problema, contribui com o viciado processo eleitoral de corruptos e corruptores que é constituído por milhares de pessoas como ele, que ainda não aprenderam reconhecer o valor de seu voto e o seu direito como cidadão. Este tipo de abordagem perdurará ainda por muitos anos e uma mudança dependerá de “políticas públicas” voltadas para a melhoria das condições de vida da população. Preocupações que dificilmente notamos nas ações governamentais em todas as esferas federais, estaduais e municipais. Para muitos governos é bom que a ignorância perdure, só assim poderão continuar comprando votos e vendendo desilusões.


 


E a “prática de esmolar” continua em outros escalões. São candidatos que negociam empregos públicos, pseudos líderes partidários ou os chamados partidos de alugueis, líderes sindicais, de serviços e os chamados líderes religiosos que nesse momento promiscuo da política e de forma escandalosas aproveitam todos os espaços oferecidos pelo sistema corrupto para propor e receberem benesses para si, para familiares e para as organizações religiosas, não se importando com “os meios desde que obtenham os fins”, mudando o santo para o profano, e não respeitando um local que poderia ser usado pra outros fins que não a “política da barganha” o ALTAR DE ADORAÇÃO, e ainda fazem solicitações financeiras para suas comunidades em troca de um possível apoio como se fossem donos de organizações religiosas, em fim uma verdadeira “ORGIA” política onde dificilmente podemos distinguir o verdadeiro criminoso, se é aquele que compra ou aquele que quer vender. O que achamos que sabemos, é que está dada a partida para mais um processo eleitoral, e que só de boas propostas para a nossa cidade uma candidatura não decola, é preciso muito dinheiro para ativar os ânimos de boa parte do nosso eleitorado. A praia é lodosa e somente um chega a sua margem. Mas o eleitor não é santinho não, olha só que quando ele encontra um político com esse perfil o que já vai falando logo: LISTA DE MATERIAL DESEJADO DO ELEITORADO: cesta-básica, conta de água e luz, botijão de gás, pagamento do IPTU atrasado, jogo de camisa esportiva, bola de todos os tipos, certidão de nascimento, casamento e óbito; frete de mudança, terra para aterro, manilha, milheiro de telha e tijolo, cadeira de roda, óculo, dentadura, pagamento de escritura, remédio, passagem de ônibus, consulta e internamento hospitalar; bolo para casamento, aniversário e bodas; enxoval, pagamento do batizado do filho, pagamento de remendo de pneu da bicicleta, pneus para o carro, IPVA e muitos outros que a memória me traiu.


 


Bem, agora temos a nova geração dos “rolezinhos ou quadradinho de oito” que deverá solicitar também, Iphone, Ipode, Ipad, Smartphone e Tablets, CDs para carro, pagamento de telefone e compra de celular. Olha se não crescermos no civismo patriótico e na consciência de que os políticos são nossos administradores que com nosso voto chamado procuração elegemos pra administrar nossa cidade, estado ou país, por quatro longos anos, com as taxa, impostos e verbas oriundas do governo federal, estadual e municipal. Ou acabamos com esse clientelismo despudorado, antiético e ascoso em que corruptos e corruptores vivem uma osmose viciosa, isso extinguirá totalmente o com o processo democrático no Brasil.


 


 


JOÃO ABRANTES,é pós-graduado em políticas públicas, professor, palestrante, graduando em direito, funcionário público, Maranhense, Tocantinense desde 1992.


Email: [email protected] 

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