Da redação
A fuga de Renan Barros da Silva, conhecido como “Serial Killer da Rotatória”, de um presídio de segurança máxima em Cariri do Tocantins, na última quinta-feira (25), deixou a população em alerta e repercutiu na imprensa de todo Brasil. Renan, de 26 anos, é acusado de cometer seis homicídios em Araguaína e no Maranhão, e sua fuga foi facilitada por um método ousado: ele e um comparsa, Gildásio Silva Assunção, de 47 anos, serraram as grades da cela e escalaram o alambrado utilizando uma corda improvisada com lençóis.
As investigações apontam que Renan é um indivíduo de extrema frieza e planejamento, tendo cometido seus crimes com um modus operandi semelhante: utilizando uma pistola calibre 380, mirando na cabeça de suas vítimas, sem dar chance de defesa. Sua trajetória de crimes começou em novembro de 2020, quando cometeu dois homicídios em Araguaína, e desde então, sua lista de vítimas cresceu, incluindo mais três homens assassinados em maio de 2021.
A Polícia Civil classificou Renan como um serial killer, devido à natureza planejada e cruel de seus crimes. “Ele agia com modus operandi muito semelhante, com disparo de arma de fogo, sempre pistola calibre 380, na região da cabeça das vítimas”, afirmou o delegado Adriano de Aguiar. Além dos homicídios, Renan também é conhecido por seus crimes patrimoniais, realizando arrombamentos e furtos que lhe renderam até R$ 100 mil em uma única ação.
A fuga de Renan e Gildásio foi descoberta horas após a ocorrência, e desde então, as forças de segurança do Tocantins estão concentradas em encontrar os foragidos. A Secretaria da Segurança Pública (SSP-TO) emitiu um alerta à população, recomendando cautela e reportando qualquer informação que possa levar à captura dos fugitivos.
As investigações seguem em ritmo acelerado, com a esperança de que a dupla seja recapturada antes que novos crimes sejam cometidos. A população está sendo orientada a tomar cuidado e a informar qualquer pista sobre os criminosos, que são considerados de alta periculosidade e com possíveis ligações ao PCC (Primeiro Comando da Capital).
A caçada a Renan e Gildásio continua, e as autoridades garantem que farão tudo para recapturar os foragidos e levá-los à justiça.









