Por Wesley Silas
O ex-ministro e ex-deputado federal Raul Jungmann morreu neste domingo, em Brasília, onde realizava tratamento contra câncer de pâncreas. Ele tinha 72 anos e presidia, desde 2022, o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).
Atendendo a um pedido do próprio Jungmann, o velório ocorrerá em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.

Ele comandou três ministérios:
– Ministério do Desenvolvimento Agrário, no governo de Fernando Henrique Cardoso;
– Ministério da Defesa, no governo de Michel Temer;
– Ministério Extraordinário da Segurança Pública, também na gestão Temer.
À frente do Ibram, Jungmann defendeu uma agenda de transformação do setor mineral, com ênfase em sustentabilidade, responsabilidade socioambiental e diálogo com diferentes setores da sociedade.
Em nota, a presidente do Conselho Diretor do Ibram, Ana Sanches, descreveu Raul Jungmann como um “homem público de estatura singular, defensor da democracia e comprometido com o interesse público”. Segundo ela, ele conduziu o instituto em um momento decisivo, fortalecendo a entidade e contribuindo para o setor mineral com visão estratégica, capacidade de diálogo e integridade.
A ex-senadora Kátia Abreu, que trabalhou com Jungmann no Ibram, destacou sua capacidade intelectual e sua atuação na formulação de políticas públicas. Para ela, Jungmann foi um dos grandes formuladores políticos do país e um importante mentor em sua trajetória profissional







