Aos 72 anos, Raul Jungmann morreu em Brasília, onde tratava um câncer de pâncreas; senador Eduardo Gomes destaca trajetória pública, pensamento estratégico e compromisso com o Brasil
Por Wesley Silas
O ex-ministro e ex-deputado federal Raul Jungmann morreu neste domingo, em Brasília, aos 72 anos. Ele tratava um câncer de pâncreas e, desde 2022, presidia o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).
A pedido de Jungmann, o velório será restrito a familiares e amigos próximos.
Ao longo da trajetória pública, ele comandou três ministérios:
– Ministério do Desenvolvimento Agrário, no governo Fernando Henrique Cardoso;
– Ministério da Defesa, no governo Michel Temer;
– Ministério Extraordinário da Segurança Pública, também na gestão Michel Temer.
Na presidência do Ibram, Jungmann defendia a modernização do setor mineral, com foco em sustentabilidade, responsabilidade socioambiental e diálogo com diferentes segmentos da sociedade.
Em nota, a presidente do Conselho Diretor do Ibram, Ana Sanches, afirmou que Raul Jungmann foi um “homem público de estatura singular, defensor da democracia e comprometido com o interesse público”. Segundo ela, ele conduziu o instituto em um momento decisivo, fortalecendo a entidade e contribuindo para o setor mineral com visão estratégica, capacidade de diálogo e integridade.
Nota de pesar do senador Eduardo Gomes
O senador da República e vice-presidente do Senado Federal, Eduardo Gomes (PL-TO), manifestou pesar pela morte de Raul Jungmann e ressaltou sua relevância para a vida pública brasileira:
> “O Brasil se despede de um grande homem, meu amigo pessoal, Raul Jungmann. Um pensador, realizador, político brilhante nos pontos de vista que defendia. Um brasileiro raro, sempre disposto à discussão e ao debate dos temas mais importantes para o país.
> Tive o privilégio de conviver com sua amizade, com seu conhecimento e com a enorme capacidade de pensar o Brasil.
> Minhas condolências aos familiares e amigos.”
Eduardo Gomes
Senador da República
Vice-presidente do Senado Federal








