Da Redação
A planta industrial da Minerva Foods em Araguaína (TO) recebeu a certificação BRCGS (Brand Reputation through Compliance Global Standards) com a classificação AA+. O selo foi concedido após uma auditoria não anunciada, que validou o cumprimento rigoroso de normas globais de segurança e qualidade na produção de carne bovina da unidade tocantinense. A conquista da nota máxima em uma auditoria internacional reforça a posição do Estado como um polo exportador de proteína animal de alta conformidade técnica
Auditoria e critérios de qualidade
A graduação AA+ representa o nível mais elevado do protocolo BRCGS, um dos principais referenciais mundiais para o setor de alimentos. A classificação com o símbolo (+) indica que a empresa foi submetida a uma inspeção sem aviso prévio, o que exige a manutenção permanente dos padrões de autocontrole e higiene em toda a linha de produção.
O processo de certificação avalia o engajamento da liderança, a cultura de segurança dos alimentos e a aplicação da Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC). A auditoria foi conduzida pela certificadora QIMA/WQS e possui validade de 12 meses.
Conformidade com mercados externos
De acordo com a Gerência de Garantia da Qualidade Corporativa da Minerva Foods, o resultado é reflexo de um acompanhamento contínuo para atender tanto às exigências do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) quanto aos requisitos de importadores internacionais. A certificação assegura a padronização dos processos e a transparência nas etapas produtivas, fatores fundamentais para a exportação de proteína animal.
Atualmente, a companhia exporta carne bovina para mais de 100 países. A unidade de Araguaína integra a estrutura da empresa na América do Sul, que opera 46 unidades industriais e atende aos cinco continentes.
Tocantins, polo exportador de proteína animal
A conquista da nota máxima em uma auditoria internacional por uma unidade situada no Tocantins reforça a posição do Estado como um polo exportador de proteína animal de alta conformidade técnica. Para o agronegócio regional, a certificação atua como uma salvaguarda contra barreiras sanitárias e comerciais, garantindo que a produção local mantenha competitividade em mercados de alto valor agregado que exigem rastreabilidade e segurança alimentar rigorosa.








