Da Redação
As empresas tocantinenses listadas no Ranking ABAD/NielsenIQ 2026 movimentaram R$ 2,9 bilhões em faturamento durante o ano de 2025. O desempenho reforça a relevância estratégica do setor atacadista e distribuidor para a economia regional, com impacto direto na arrecadação de tributos estaduais e na manutenção da cadeia produtiva local.
Geração de empregos e logística
Dados do Observatório Setorial Territorial do Sebrae, baseados na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), indicam que o setor comercial emprega cerca de 14,5 mil trabalhadores em médias e grandes empresas no Tocantins. A estrutura do mercado de trabalho concentra-se em funções operacionais e de logística, como motoristas, operadores de caixa, repositores e auxiliares de escritório, além de vendedores varejistas.

Desempenho das empresas regionais
Entre os destaques do levantamento nacional está a Mix Alimentos, que ocupa a terceira posição entre as distribuidoras alimentícias do estado. A empresa registrou a criação de 95 postos de trabalho em 2025 e, nos primeiros meses de 2026, abriu outras 80 novas vagas.
A operação dessas empresas movimenta uma rede de fornecedores, prestadores de serviço e parceiros logísticos, atendendo pequenos empreendedores em diversas regiões do território tocantinense.
Impacto na economia local
A diretora de marketing da Mix Alimentos, Evanuely Barbora, afirma que a valorização de negócios regionais garante que os resultados econômicos permaneçam no estado. Segundo a executiva, o crescimento dessas empresas reflete na geração de empregos formais, na contratação de fornecedores locais e no recolhimento de impostos que financiam a infraestrutura estadual.
Competitividade dos pequenos varejistas
O fortalecimento de empresas com sede e operação no Tocantins é um fator determinante para a estabilidade econômica regional. Ao manter a circulação de renda dentro do estado, o setor atacadista não apenas sustenta o consumo das famílias, mas também protege a competitividade dos pequenos varejistas. A consolidação desta cadeia de distribuição reduz a dependência de centros logísticos externos e assegura que a riqueza gerada pela atividade comercial seja reinvestida no próprio desenvolvimento tocantinense.







