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Agronegócio

Carne brasileira em crise

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins21 de julho de 2017 - 16:273 minutos de leitura
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“Há de se entender também que estamos exportando carne para o maior concorrente que temos no mundo e há pressão grande de produtores americanos, desde a época da liberação, para que haja o embargo, que não se permita a chegada de carne brasileira lá”, afirmou o ministro Maggi.


Por George Henrique

Um dos setores mais importantes da indústria brasileira encontra-se em grave crise e causa turbulências à tímida recuperação econômica do Brasil. Uma série de fatores internos e externos são os responsáveis por essa instabilidade.

Os seguidos problemas pontuais como o escândalo dos cortes adulterados, a operação “Carne Fraca” da Polícia Federal e o veto à importação da carne brasileira pelos Estados Unidos (EUA) são os principais acontecimentos para atenuar a crise.

Depois de várias medidas tomadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o mercado brasileiro recuperando gradativamente a credibilidade ao provar sua qualidade aos países importadores, o último revés, configurado pela suspensão dos EUA para a importação de carnes frescas brasileiras, pegou a todos de surpresa.

A alegação dos americanos foi de “recorrentes problemas sobre a segurança sanitária”. Novamente o mercado entra em estagnação e declínio.

Além das questões de segurança alimentar, muitos integrantes do setor de carne no Brasil acreditam que a decisão se trata, na verdade, de protecionismo americano. O próprio ministro da Agricultura, Blairo Maggi, alegou ter sido pego de surpresa com o veto à carne brasileira.

“Há de se entender também que estamos exportando carne para o maior concorrente que temos no mundo e há pressão grande de produtores americanos, desde a época da liberação, para que haja o embargo, que não se permita a chegada de carne brasileira lá”, afirmou o ministro Maggi, sem deixar de reconhecer a existência de um possível problema sanitário.

Sobre o embargo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil lamentou em nota alegando que “a decisão do governo norte-americano prejudica ainda mais os pecuaristas brasileiros, que já enfrentam hoje uma série de dificuldades, como a queda no preço da arroba, o aumento dos custos de produção e os desdobramentos da Operação Carne Fraca e da delação da JBS”.

Na tentativa de negociar a reabertura do mercado brasileiro, o ministro Maggi foi até Washington (EUA) se reunir com o secretário da Agricultura americano, Sonny Perdue. Durante o encontro, não houve acordo, porém Maggi disse “estar esperançoso” de que o Brasil retome as exportações de carnes in natura “o mais breve possível”. A estimativa do ministro é de que isso aconteça dentro do prazo máximo de 60 dias.

Por fim, acompanhando a decisão dos EUA, as Filipinas suspenderam a importação da carne brasileira nesta quinta-feira, 20. O governo filipino anunciou, ainda, que “uma equipe de segurança alimentar” virá ao Brasil no próximo dia 26 de julho para inspecionar indústrias exportadoras de carnes.

O governo brasileiro tem tomado iniciativas para reverter a situação. Na última semana, o Mapa contratou 300 veterinários para fiscalizar os frigoríficos brasileiros e mostrar a qualidade da carne brasileira.

Segundo relatório da Abrafrigo, neste primeiro semestre houve uma queda de 8% nas exportações da carne brasileira. O Tocantins atingiu queda de 13%.

Um estudo realizado pela Conab indica que o consumo de carne per capita no Brasil recuará 9,7% em 2017. É o menor índice dos últimos oito anos. A produção da carne também recuará 2,9% em relação ao ano de 2016 e a exportação cairá 3,1%.

São números alarmantes em um cenário de baixa para o mercado interno e externo da carne brasileira.

Ascom/Sindicarnes com informações da Agência France-Presse e Correio Braziliense.

Carne Carne brasileira Carne Fraca: Estados Unidos (EUA)
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