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Destaques

“Eu não entendo o que eles fazem”, Amastha em 2012

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins9 de junho de 2015 - 10:283 minutos de leitura
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“Eles dizem que não entendem o que eu falo, mas eu não entendo o que eles fazem”. “Até a nossa religiosidade eles atacaram”, repetiu o prefeito Carlos Amastha em diversos comícios nas eleições de 2012, sob os aplausos de simpatizantes e reforçava o discursos com a anedota de “Joãozinho e seus Gatinhos”, referindo-se ao seu opositores, no caso Marcelo Lelis e senadora Kátia Abreu.

Passados dois anos e seis meses que assumiu o cargo, o prefeito tem colocado em seu barco tudo aquilo que ele mesmo criticava e agora, quem não  deve está entendendo o “que ele faz e diz”, é o eleitor que elegeu um representante, que por sinal vem fazendo um belo trabalho na Prefeitura de Palmas, mas, suas falas como um ser político colidem com a proposta apresentada em 2012, talvez  ao custo em nome da famosa ‘estabilidade política’.

50 anos no poder

“A boca fala do que o coração está cheio”, diz a Bíblia. Mas, neste caso, talvez por “euforia” do momento, durante um evento que marcou o anúncio da alteração na estrutura administrativa da Prefeitura de Palmas aliança entre os grupos do prefeito Amastha e da ministra Kátia Abreu, o prefeito soltou, da cabeceira da mesa, mais uma frase de arrepiar as estruturas do poder. Conforme foi publicado no site da jornalista Roberta Tum, disse ele: “unindo nossos esforços para trabalhar pela nossa Palmas e pelo Estado, ninguém vai nos tirar do poder pelos próximo 50 anos”.

Amastha poder

“Não me despeço de vocês. Desejo apenas combater como um soldado das idéias.” Fidel Casto ao renunciar à presidência de Cuba, depois de 49 anos no poder.

 Cinquenta anos foi o tempo que a família Sarney permaneceu no poder do Maranhão e perdeu para Flávio Dino (PCdoB) – um ex-juiz federal e ex-deputado federal que conseguiu no ano passado tirar a hegemonia do clã Sarney.  Mesmo número que a rede Globo permanece no poder da comunicação no País e um ano a menos do tempo que Fidel Castro esteve à frente do poder de Cuba, ou seja, são números que o prefeito deveria repensar.   

O último que ouvi, aqui no Tocantins, foi um cidadão que tinha tudo para ser hoje uma liderança expressiva na política do Tocantins no momento quando estava se projetando para alcançar o poder disse (ouvi dele) que seu grupo iria perpetuar, pelo menos,  20 anos no poder em Gurupi. Morreu após se enfartar em um palanque – antes mesmo de alcançar a posse do primeiro cargo eletivo.

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