Ao G1 de Goiás, a delegada Lúcia Silvestre, titular da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), afirmou que o marido, o ferrador de cavalos Cláudio de Souza, de 38 anos, confessou ter cometido o crime. Porém, ele teria alegado ter efetuado o disparo “em legítima defesa”, pois ela queria atacá-lo com uma faca. Após ser ouvido, o suspeito foi liberado e vai responder ao processo em liberdade.
Relação tumultuada
Nesta quinta-feira, 22, o irmão de Raquel, que mora em Gurupi, informou à polícia no começo do relacionamento o casal vivia bem, mas depois os problemas começaram e durante as confusões, Cláudio de Souza, ameaçava a sua irmã.
“Ele nos disse que a vida do casal sempre foi tumultuada e que o suspeito sempre foi muito grosseiro. Ameaçava ela de morte após as brigas e a família questionava porque eles ainda vivam juntos”, disse ao G1 a delegada Lúcia Silvestre, titular da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).
Ainda conforme o depoimento do irmão de Raquel a sua família reprovava as brigas que se tornaram rotina na vida do casal.
“Depois que começaram as brigas, a família começou a reprovar. Mas ela parecia estar ‘habituada’ aquilo, pois não tomava posição em relação às agressões verbais e físicas”, ponderou a delegada ao G1.
O caso
O corpo de Raquel Rodrigues Soares, de 29 anos, morta com um tiro nas costas que transfixou o abdome e saiu na barriga, foi encontrado pela cunhada sob a cama, no quarto da casa, na Rua SH 1, Condomínio Shangrilá, na região norte de Goiânia, no início da tarde de domingo (19).







