Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
quinta-feira, 9 abril
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Estado»Igeprev-TO aportou R$ 62 milhões em gestora ligada ao Banco Master, diz PF
Estado

Igeprev-TO aportou R$ 62 milhões em gestora ligada ao Banco Master, diz PF

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins1 de dezembro de 2025 - 22:184 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

Polícia Federal identifica padrão de investimentos de fundos de servidores em fundos de alto risco administrados pela Foco DTVM; operações teriam gerado perdas e envolveram ao menos 20 municípios em 10 estados.

Por Wesley Silas

A Polícia Federal identificou que o Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins (Igeprev-TO) foi o maior investidor entre fundos de servidores que alocaram recursos na Foco DTVM, gestora associada ao Banco Master, num aporte de R$ 62 milhões. Investigações apontam padrão de aplicações concentradas em produtos de alto risco, baixa transparência e liquidez duvidosa, com registro de prejuízos em diversos regimes próprios.

PF apreendeu R$ 1,6 milhão em dinheiro vivo na operação contra o Banco Master – (crédito: PF/Divulgação)

Relatório da Polícia Federal mapeou aportes de recursos de regimes próprios e fundos municipais para fundos administrados pela Foco DTVM. Segundo os investigadores, o padrão incluía volumes elevados, concentração na mesma administradora e alocação em fundos classificados como de “altíssimo risco”.

A PF apontou aportes de fundos de servidores em fundos da Foco DTVM, ligada ao Banco Master; o maior investimento foi do Igeprev-TO (R$ 62 milhões). Aplicações em produtos de alto risco e projetos paralisados teriam gerado prejuízos; a apuração motivou a Operação Fundo Fake.

O Igeprev-TO aparece com o maior montante identificado: R$ 62 milhões. Em novembro de 2019, documento do próprio instituto já apontava investimento de R$ 55,2 milhões na Foco DTVM, equivalente a 1,36% da carteira do Igeprev, que então somava cerca de R$ 4 bilhões. A atual gestão do Igeprev informou que não mantém aplicações vinculadas ao Banco Master, sem detalhar o resultado final das operações.

Daniel Bueno Vorcaro, alvo da Operação Compliance Zero, é presidente do Banco Master, que ganhou destaque no mercado brasileiro após reestruturação iniciada em 2018.

Entre outros fundos apontados pela PF está o Impremu, de Uberlândia (MG), com aporte de R$ 47 milhões. Investigadores afirmam que muitos fundos administrados pela Foco registraram perdas nos primeiros anos após os aportes. Em 2019, a Foco comunicou à CVM prejuízo de R$ 47 milhões em um de seus fundos.

A apuração avançou para a Operação Fundo Fake, deflagrada em 2020, que teve mandados de prisão autorizados pela Justiça Federal contra o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e outros investigados; os mandados foram suspensos posteriormente. Parte dos recursos também foi direcionada a projetos imobiliários e a debêntures ligadas a grupos controladores, operações que geraram suspeitas de conflito de interesses, paralisação de obras e prejuízos, como no caso do Hotel Golden Tulip, em Belo Horizonte, e em aquisições de debêntures pela Milo Investimentos.

O histórico do Igeprev-TO inclui outra operação controversa: entre 2011 e 2012, o instituto aplicou recursos em fundos ligados à holding Brazil Foodservice Group, controladora da rede Churrascaria Porcão. A falência do grupo em 2017 resultou em perdas superiores a R$ 300 milhões para o Igeprev, episódio que se tornou referência sobre gestão temerária de recursos previdenciários.

A investigação da Polícia Federal revela um padrão de alocação de recursos públicos em estruturas e projetos com elevado risco e pouca transparência, aumentando a exposição do patrimônio dos servidores a perdas. O caso reforça a necessidade de fortalecer governança, fiscalização e critérios de investimento nos regimes próprios de previdência.

Fontes consultadas

– Portal AF Notícias;
– Polícia Federal (comunicações e relatórios sobre a investigação).
– Relatório do Igeprev-TO (nov/2019).
– Comunicados da Foco DTVM à CVM (2019).
– Cobertura jornalística sobre Operação Fundo Fake e processos envolvendo Banco Master e Daniel Vorcaro.
– Documentos e notícias sobre a recuperação judicial da Brazil Foodservice Group / Porcão.

 

Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Justiça em Peixe: Casal é condenado a penas que somam 60 anos por morte de criança

8 de abril de 2026 - 17:20

Eduardo Fortes destina R$ 800 mil em emendas para obras de infraestrutura em Palmeirópolis e São Salvador do Tocantins

8 de abril de 2026 - 15:45

Nova tecnologia amplia segurança em cirurgias e reforça atuação da anestesia no Tocantins

8 de abril de 2026 - 15:26

PF investiga fraudes em licitações da Saúde no norte do Tocantins

8 de abril de 2026 - 08:01

Descaso com estradas vicinais e falta de uma balsa dificulta acessos à margem direita em Peixe

7 de abril de 2026 - 18:05

A mente do eleitor: O que realmente define o voto entre a razão e o bolso?

7 de abril de 2026 - 16:05
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.