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Opinião | A questão dos direitos humanos

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins26 de março de 2018 - 20:474 minutos de leitura
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“A defesa dos direitos humanos independe de posição ideológica, de classe, de raça ou de cor, pois se trata de defender a humanidade em geral pelo que é mais caro que é a própria vida e a liberdade. Não se trata de defender bandido, mas sim de defender a pessoa humana e isso é universal”. João Nunes. 


João Nunes da Silva

Doutor em comunicação e cultura contemporâneas, Mestre em Sociologia e professor da UFT Campus de Miracema-TO.Trabalha com projetos em cinema e educação 


Tenho percebido, e não faz pouco tempo, que o tema Direitos humanos tem sido alvo de bastantes distorções e mal entendidos; para várias pessoas, quando se fala nesse tema imediatamente há uma forte tendência a relacionar com “defesa de bandidos”; ou seja: para muitas pessoas “o pessoal dos Direitos Humanos só defende bandido”; é dessa forma que dizem.

É bom parar para pensar um pouco de onde será que vem essa visão tão distorcida; será mesmo que as pessoas que reptem esse bordão sabem o que estão dizendo mesmo? Será que defender os direitos humanos é se colocar em defesa de bandidos? E afinal, quem são os bandidos?

Tenho percebido também que a chamada grande mídia tem sido recorrente no discurso distorcido quando o tema é Direitos Humanos. E há quem siga cegamente essa visão distorcida e preconceituosa de que defender os direitos humanos é defender bandidos.

O tema é muito mais sério do que se imagina. A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi uma conquista da humanidade frente aos absurdos provocados com as guerras, especialmente a partir da Segunda Guerra mundial, mas sua origem se deu com a Revolução Francesa no século XVIII.

Diante de tanto genocídio, torturas e arbitrariedade diversos que foram provocadas durante a guerra, o tema Direitos Humanos passou a ser objeto de discussão das nações no sentido de criar um mecanismo que pelo menos inibisse as atrocidades e arbitrariedade provocadas contra a vida humana, independente de religião, credo ou ideologia.

Por exemplo, a tortura é um exemplo concreto de violação aos direitos humanos; nenhum ser humano pode ser torturado, em hipótese alguma. E isso ainda se faz como se fosse algo mais natural possível. Não há nada nesse mundo que justifique a tortura. Mas, vejam só: na sessão da Câmara federal que votou o impeachment da Presidente Dilma (que logo ficou claro que se tratou de um Golpe) o deputado Jair Bolsonaro homenageou um dos maiores torturadores do período da Ditadura Militar. Ele homenageou o responsável por torturar Dilma nesse período. Imaginem só a que ponto a nossa humanidade ainda é capaz, isto é, chagamos ao ponto de ter quem elogie um torturador; e essas pessoas se dizem pessoas de bem.     

A defesa dos direitos humanos independe de posição ideológica, de classe, de raça ou de cor, pois se trata de defender a humanidade em geral pelo que é mais caro que é a própria vida e a liberdade. Não se trata de defender bandido, mas sim de defender a pessoa humana e isso é universal.

João Nunes da Silva

Quando alguém abre a boca para dizer que os direitos humanos defendem bandidos precisa saber antes de tudo o que está dizendo; aqueles que criaram esse discurso e que repetem nas principais mídias do país fazem isso para confundir os incautos e para criar uma cortina de fumaça diante das arbitrariedades que praticam em nome da ordem e da lei e em defesa da propriedade e de interesses particulares.

Sugiro, portanto, que se alguém se apega a essa visão distorcida da realidade sobre os direitos humanos que pelo menos pesquisem sobre o assunto; verifique, por exemplo, sobre a declaração dos direitos do homem e do cidadão que tem origem na Revolução francesa, em 1789; depois, em 1948 se criou a Declaração Universal dos Direitos do Homem. Após pesquisar faça uma reflexão sobre o porquê do surgimento dessa idéia descabida de que direitos humanos só defendem bandidos.

Baixe aqui a Declaração Universal dos Direitos Humanos e confira.

Direitos humanos João Nunes
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