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Lar»Notícias»Polícia»Servidora de presídio de Paraíso é afastada sob suspeita de cobrar dinheiro de detentos e parentes para oferecer falsos eventos
Polícia

Servidora de presídio de Paraíso é afastada sob suspeita de cobrar dinheiro de detentos e parentes para oferecer falsos eventos

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins19 de fevereiro de 2025 - 21:132 minutos de leitura
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da redação

Um suposto esquema de corrupção dentro da Unidade Penal Regional de Paraíso está sendo investigado pela Polícia Civil e levou ao afastamento de uma servidora comissionada nesta quarta-feira (19). Ela tem 58 anos e estaria cobrando dinheiro de detentos e parentes para ofertar festas, jantares, e eventos que, na realidade, nunca aconteceram.

Comandada pelo delegado regional José Lucas Melo, a ação foi deflagrada após investigações da Polícia Civil do Tocantins revelarem a existência de um esquema criminoso, comandado por uma servidora pública comissionada, de 58 anos, que trabalhava na Unidade Penal e estaria utilizando-se do cargo público a fim de receber valores indevidos de presos e também de seus familiares.

Durante o ato, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão domiciliar em duas residências e um estabelecimento comercial da cidade. Além disso, foi cumprida uma ordem para o afastamento de função pública da referida investigada.

“Valendo-se da função que exercia, ela solicitou e recebeu valores indevidos de presos e familiares, sempre inventando algo que seria realizado em prol dos reeducandos, como festas, jantares e outros eventos que nunca chegaram a ser realizados”, disse a autoridade policial.

Além disso, as investigações apontaram que a então servidora teria condicionado a entrada de medicamentos, para uso dos detentos na unidade, à compra em um determinado estabelecimento comercial específico, pertencente ao segundo investigado, de 33 anos.

“Para evitar ser denunciada, a investigada dizia ter influência política e que poderia prejudicar presos e servidores”, pontua o delegado José Lucas.

Agora, com a imposição de medidas cautelares, os investigados não podem mais manter contato com familiares de pessoas presas ou irem até a unidade penal.

“Não é a conduta isolada de uma pessoa mau intencionada que maculará o excelente serviço público prestado por milhares de servidores diariamente no Estado. Nesse aspecto, a Polícia Civil está atenta e vigilante a fim de investigar e responsabilizar desvios de conduta que resultem em crime, os quais serão rigorosamente apurados para que os culpados sejam punidos na forma da lei”, finalizou.

Quando o procedimento for concluído, será encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para a realização das providências legais cabíveis.

 

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