Segundo a denúncia, mostrada pelo site Conexão Tocantins, por volta das 4h da madrugada do dia 16 de outubro de 2010. Ainda conforme denúncia do Ministério Público, assinada pelo promotor de justiça, Lucidio Bandeira Dourado, da 2ª Promotoria de Justiça da Capital, os policiais teriam também sequestrado e espancado Keniane Brito Guedes e Maria Lúcia das Silva Borges, ambas usuárias de drogas e conhecidas de Márcio Pereira Gomes.
Conforme relata a matéria, Márcio Pereira, suposto traficante na região dos Aurenys, teria saído com os denunciados, os quais estavam à paisana se passavam por usuários de drogas, em busca de drogas, juntamente com duas mulheres e saíram um veículo utilizado pelos denunciados.

Em seguida, Márcio Pereira, na intenção de furtar uma maleta que tinha dentro do veículo contendo uma arma de choque taser, de uso da Polícia Militar e dois cartuchos, pediu para passarem em frente a uma padaria, no Jardim Aureny I, aproveitando para furtar a maleta.
Em seguida os militares deixaram Márcio Pereira em um local e depois perceberam o furto da maleta e, conforme a promotoria, encapuzados os policiais teriam pego as duas mulheres e sob ameaça de arma de fogo exigiam que falassem o paradeiro de Márcio e da maleta.
Segundo o MP, os acusado encontraram Márcio e o colocaram no porta-malas do Corsa Sedan e levaram para um local ermo, juntamente com as duas mulheres e iniciaram um sessão de tortura por espancamento e aplicação de choques com a taser, alegando que servia para a vítima não furtar de policiais.
Conforme o MPE, após as torturas as três vitimas foram jogadas em um lote baldio, nos fundos do Sindicato dos Delegados de Polícia de Palmas e Márcio foi a óbito na manhã do mesmo dia do episódio.
No processo o MPE pede a condenação dos acusados pelos crimes de homicídio e seqüestro de Márcio Pereira Gomes.
Conforme o Conexão Tocantins, o juiz Gil de Correia recebeu a denúncia no último dia 15 de dezembro e deu prazo de 10 dias para os acusados se manifestarem. Um ofício de citação foi encaminhado ao Comando do Polícia Militar solicitando a defesa de Cleyton Alen. O site informou ainda que tentou contado com o presidente do Fundoesporte, mas nenhuma ligação foi atendida.






