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Lar»Notícias»Brasil»Reforma Tributária Fragilizará Federação, avalia professor Ives Gandra da Silva Martins
Brasil

Reforma Tributária Fragilizará Federação, avalia professor Ives Gandra da Silva Martins

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins2 de julho de 2023 - 11:036 minutos de leitura
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O Professor afirma:  “Não sou contra a reforma, sou contra o açodamento da sua aprovação, em uma semana, sem passar pelos procedimentos para aprovação de uma emenda constitucional. É um texto novo. Não é nem a PEC 45 e nem a PEC 110. É um texto que tira algo da PEC 110, tira algo da PEC 45 e cria uma série de discussões novas que enfim não foram debatidas nas Comissões de Constituição e Justiça, na Comissão Especial e nem passou pelas 40 sessões regimentais, que é o que exige a Constituição Federal para a aprovação de emendas constitucionais.”

Para o tributarista, “é um texto novo, que não é nem a PEC 45 nem a PEC 110. É um texto que incorpora elementos da PEC 110 e da PEC 45, e introduz uma série de discussões novas que não foram debatidas nas Comissões de Constituição e Justiça nem na Comissão Especial, tampouco passou pelas 40 sessões exigidas pela Constituição Federal para a aprovação de emendas constitucionais. Temos um novo projeto, cuja redação não foi discutida por nenhuma dessas comissões e apresenta diversos aspectos inéditos que não constam nem na PEC 45 nem na PEC 110 e está sendo apresentado, não em 40 sessões, mas com previsão de votação em aproximadamente uma semana na Câmara dos Deputados.”

Portanto, segundo o Professor, “nós temos um novo projeto, cuja redação obtivemos, mas que não foi discutida por nenhuma dessas duas comissões. O novo projeto que tem uma série de aspectos novos que não constam nem da PEC 45, nem da PEC 110 e está sendo apresentado não em 40 sessões, mas para ser votado em aproximadamente uma semana na Câmara dos Deputados”.

Gandra destaca que, se aprovada da forma como está proposta, a reforma fragilizará a Federação: “para simplificar, nós vamos complicar. Nós deveríamos é enxugar o atual sistema. O que mais preocupa é a fragilização da federação. A perda de força da federação. O que caracteriza uma federação é a sua autonomia política, administrativa e financeira. Sem essas três autonomias, não há independência de uma entidade federativa“.

O jurista analisa que, “no momento em que a autonomia financeira fica sujeita a um comitê diretor (que será criado), mesmo que os estados participem, nós passamos a não ter mais autonomia financeira, então todos os estados e todos os municípios se tornam dependentes daquilo que o comitê diretor vai dizer“.

Professor Ives esclarece que, “o princípio federativo passa praticamente a inexistir; dando à União um poder extraordinário, até de natureza política, porque vamos admitir que determinados estados estejam contra a política do governo federal, mas, no momento em que eles precisarem de recursos, terão que negociar com a União e com os comitês diretivos“.

O professor Gandra Martins é veemente em afirmar que, “o projeto de lei que vai ser apresentado para ser aprovado fere o Regimento interno do Congresso Nacional, da Câmara e do Senado, porque, para uma emenda constitucional ser aprovada, ela precisa passar pela CCJ, por uma Comissão especial e 40 sessões da Casa Legislativa que vai aprová-la ou não“.

O advogado tributarista Gandra Martins indaga: “o que está sendo dito sobre a proposta de reforma? Havia a PEC 45, na Câmara, e a PEC 110, no Senado, que passaram por análise e estão lá, eles dizem: por analogia (o que não existe no Regimento), como nós estamos fazendo uma simbiose, tirando trechinhos daqui e trechinhos de lá e fazendo uma nova PEC, vamos considerar como se tivéssemos passado pela CCJ, pela Comissão Especial e pelas 40 sessões a nova proposta, que ninguém viu, que nós cidadãos não conhecemos ainda, e que deverá ser aprovada na primeira semana de julho. Pisoteando, portanto, todo o Regimento interno, por uma proposta que vai gerar impacto tributário; uma proposta que muda todo o sistema para ser aprovada em uma semana. O que foi idealizado para “amenizar”? Como vai entrar em um novo sistema, em que a federação vai ser evidentemente fragilizada, serão mantidos dois sistemas até 2030 ou 31, 32. O sistema atual e mais um novo sistema, para que os impactos sejam menores do que estamos pensando. Vamos manter tudo o que temos agora e mais um novo sistema para discussões no Congresso Nacional”.

O professor doutor afirma, ainda que, “a complexidade maior que teremos até, 2031/2032, será para se discutir o problema da compensação das relações entre as entidades federativas.   A previsão do ajuste de toda a reforma em 50 anos, pegando uma enormidade de presidência da República. Por sua complexidade, essa proposta tem que ser discutida amplamente, um ano seria pouco. Teríamos que ter discussões e audiências públicas para saber quais são os impactos em todas as entidades federativas. Seria preciso utilizar a tecnologia moderna, algoritmos e outros para saber mais sobre os orçamentos para, depois, entrar com um sistema e não como dois até 2031/32“.

 Gandra Martins esclarece:  “Tenho minhas posições em relação à reforma tributária defend ida,  que vai desonerar a indústria, aumentar consideravelmente a tributação em relação aos setores de serviços, comércio, a agropecuária para reduzir o ganho em relação a indústria. Como haverá estados e municípios que ganharão e estados e municípios que perderão,  aqueles que perderem serão beneficiados por um fundo que a União criará para compensar as perdas o que, evidentemente, a meu ver aumentará a carga tributária sobre os cidadãos. O que vale dizer, a importância do novo projeto, a novidade do novo projeto, que é um projeto que não é nem a PEC 45 nem a PEC 110, que pega um pouco de cada uma e ao mesmo tempo apresenta coisas nov a s, não pode ser aproveitada como emenda constitucional, sem ter passado pela Comissão de Constituição e Justiça pela Comissão Especial, discutido longamente em 40 sessões para estarmos tranqüilos, para  termos uma reforma tributária adequada para o País”.

Ainda de acordo com Martins, “o novo projeto não pode ser aprovado como emenda constitucional sem ter passado pela Comissão de Constituição e Justiça e pela Comissão Especial, sem ter sido discutido exaustivamente em 40 sessões, para que possamos ter uma reforma tributária adequada para o país.”

O tributarista alerta: “não temos análises e projeções dos futuros impactos na economia de cada um dos 5.570 municípios, nos 26 estados e no Distrito Federal. Eu me uno ao governador Ronaldo Caiado, ao prefeito de Porto Alegre e ao prefeito de São Paulo, que estão extremamente preocupados e desejam interromper a tramitação para que haja discussões, ao invés de uma aprovação apressada, como se estivessem aprovando o nome de uma rua na Câmara Municipal.”

Ele destaca: “todos queremos a simplificação tributária, mas que a tenhamos depois de uma ampla discussão, e não sem que aquilo que o regimento interno da Câmara, do Senado e do Congresso exigem.”

“Quero contribuir apenas para uma reflexão da sociedade, para que nós pensemos no Brasil e não consideremos os anúncios feitos nos jornais, patrocinados por aqueles que vão ser desonerados, sim porque o setor industrial será consideravelmente desonerado. Precisamos considerar o impacto em todos os outros segmentos que vão pagar a desoneração da indústria”, conclui.

Reforma Tributária
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