Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
sexta-feira, 8 maio
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Destaques»Três fazendeiros são denunciados por descarte irregular de embalagens de agrotóxicos em fazenda na Lagoa da Confusão
Destaques

Três fazendeiros são denunciados por descarte irregular de embalagens de agrotóxicos em fazenda na Lagoa da Confusão

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins12 de dezembro de 2023 - 16:083 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

O Ministério Público do Tocantins (MPTO), por meio da Promotoria de Justiça Regional Ambiental do Alto e Médio Araguaia, ofereceu nesta segunda-feira, 11, à Justiça, denúncia criminal contra três proprietários rurais, todos sócios em uma empresa, por descarte ilícito de embalagens de agrotóxicos em uma fazenda localizada no município de Lagoa da Confusão. O MPTO requer o pagamento de R$ 5 milhões a título de danos difusos.

Segundo o Ministério Público, as práticas criminosas vêm ocorrendo de forma reiterada. O último fato ocorreu em abril deste ano, quando houve o despejo irregular de recipientes na propriedade rural administrada pela empresa dos três sócios.

MPTO oferece denúncia e requer R$ 5 mi de indenização por descarte irregular de embalagens de agrotóxicos

O grupo já havia sido flagrado em outubro do ano passado por suspeita de uso e armazenamento de agrotóxicos vencidos e proibidos no Brasil. Na época, a empresa foi autuada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pela Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) do Tocantins.

De acordo com a denúncia, mesmo após a apreensão dos materiais, a empresa seguiu despejando as embalagens de forma irregular, segundo informações do Relatório de Vistoria do Ibama.

“Não há dúvidas da autoria delitiva de todos os sócios, principalmente em razão da reiteração criminosa e consumação da sequência delitiva dolosa de crimes contra a saúde pública e o meio ambiente em tão curto espaço de tempo”, diz a denúncia do MPTO.

O Ministério Público justifica ainda que, além de descartar de forma irregular as embalagens dos agrotóxicos, a empresa já é alvo de várias ações criminais, procedimentos ministeriais e relatórios técnicos do Centro de Apoio Operacional de Urbanismo, Habitação e Meio Ambiente (Caoma), órgão do MPTO, os quais “apontam para o uso e lucro ilícitos de áreas gigantescas desmatadas”.

Legislação

A destinação de embalagens vazias de agrotóxicos, e de recipientes que possuem resíduos desses produtos, é regulamentada pelas leis federais n. 7.802/1989 e n. 9.974/2000, pelo Decreto Federal n. 4.074/2002 e pela Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) n. 465/2014.

O despejo ilícito desse tipo de recipiente é previsto na Lei 9.605/1998, que trata dos crimes ambientais no Brasil. A pena é de um a quatro anos de reclusão, além de multa.

Atuação conjunta

A nova denúncia criminal faz parte da atuação conjunta permanente entre o MPTO e o Ibama, que tem a finalidade de apurar crimes ambientais correlacionados aos grandes desmatamentos ilícitos no Estado, causados por uma pequena parcela de empresários agroindustriais devidamente identificados pelo Caoma.

Para o coordenador do Caoma, promotor de Justiça Francisco José Pinheiro Brandes Júnior, essas operações conjuntas visam proporcionar uma concorrência mais leal entre os produtores rurais que preservam e preservaram suas áreas ambientalmente protegidas, além de demonstrar aos que ainda mantêm passivos ambientais, a necessidade de proceder à regularização das suas atividades.

O objetivo é assegurar os processos ecológicos dessas áreas, como recarga dos rios, nascentes e córregos, evitando assoreamento e a seca de diversos trechos das bacias hidrográficas com maior pressão por captações de recursos hídricos.

Leandro Milhomem Costa, superintendente do Ibama/TO, descreveu que o Cerrado tocantinense está sendo ameaçado pelo avanço contínuo dos desmatamentos ilícitos e que operações destinadas à regularidade ambiental de grandes propriedades desmatadas deverão ser objeto de permanente fiscalização do órgão ambiental federal, que adotará todas as medidas previstas para que as leis sejam cumpridas, como apreensão de máquinas, equipamentos, grãos e rebanho oriundos de áreas ilegalmente desmatadas. (Texto: João Pedrini/MPTO)

Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Polícia Penal transfere 20 detentos condenados da Unidade de Gurupi para Cariri do Tocantins

7 de maio de 2026 - 16:51

Nelore Brilhant e Cooperfrigu Foods integram debates estratégicos da Novilho Precoce na Agrotins 2026

7 de maio de 2026 - 16:36

HABILITAÇÃO Tocantinenses já economizaram R$ 11,3 milhões com gratuidade do curso teórico para CNH desde dezembro

6 de maio de 2026 - 20:11

Gestão de Wanderlei Barbosa é aprovada por 83% dos tocantinenses, aponta Nexus

6 de maio de 2026 - 18:35

Polícia Civil do Tocantins recupera máquina agrícola de R$ 350 mil no Maranhão

6 de maio de 2026 - 17:09

Mulher é agredida após tentar impedir violência contra criança em supermercado

5 de maio de 2026 - 18:04
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.