Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
sexta-feira, 8 maio
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Destaques»“Presa, ultrajada, humilhada e vilipendiada em sua dignidade e direitos”, repudia SINPOL-TO sobre a prisão da Policial Civil Giovanna Cavalcanti
Destaques

“Presa, ultrajada, humilhada e vilipendiada em sua dignidade e direitos”, repudia SINPOL-TO sobre a prisão da Policial Civil Giovanna Cavalcanti

O Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (SINPOL-TO) considerou a prisão contra a Policial Civil Giovanna Cavalcanti, na última sexta, 8, inadequada com conduta eivada de irregularidades e abusos. Conforme o SINPOL, Giovanna foi flagranteada após se apresentar espontaneamente devido a um disparo acidental que alvejou seu namorado no ombro, no dia 8 de dezembro quando ela estaria sob efeito de forte medicação; porém quem conduziu os trabalhos policiais foi o Delegado Eduardo Menezes, denunciado por assédio cometido contra Giovanna.
Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins13 de dezembro de 2023 - 15:544 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

Por Redação

Na nota SINPOL-TO afirma que não somente acompanhará o caso, (confira aqui) mas lutará para que responsáveis pela condução das ações institucionais “irregulares” e os assediadores sejam investigados e punidos.

”Ora, esclarecendo, tal conduta é estranha por não ser o referido delegado membro da corregedoria; inadequada pelos direitos de Giovanna não terem sido resguardados; covarde pela humilhação de ser presa por um de seus assediadores; e tendenciosa pelo fato de tal conduta ter explicitamente um caráter corporativista e protecionista motivadas por denúncias já efetivadas por Giovanna em momento pretérito”.

NOTA – Presa, ultrajada, humilhada e vilipendiada em sua dignidade e direitos.

O Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (SINPOL-TO) repudia veementemente a prisão inadequada e conduta eivada de irregularidades e abusos contra a Policial Civil Giovanna Cavalcanti, na última sexta, 8. 

A norma legal que estrutura a Polícia Civil do Tocantins (Decreto 5979 de 2019), determina que qualquer infração envolvendo policial civil deve ser conduzida pela Corregedoria, incluindo prisão em flagrante.  

De forma estranha, inadequada e covarde, quem conduziu os trabalhos policiais foi o Delegado Eduardo Menezes, mesmo este não tendo competência administrativa para tal, conduzindo tendenciosamente todos os atos investigativos, sobrepondo-se ao dever legal e função precípua do órgão correicional oficial.  

Ora, esclarecendo, tal conduta é estranha por não ser o referido delegado membro da corregedoria; inadequada pelos direitos de Giovanna não terem sido resguardados; covarde pela humilhação de ser presa por um de seus assediadores; e tendenciosa pelo fato de tal conduta ter explicitamente um caráter corporativista e protecionista motivadas por denúncias já efetivadas por Giovanna em momento pretérito.  

Agrave-se aos já aterradores fatos, que tal delegado já assediou Giovanna por meio de rede social, solicitando em tais diálogos fotos íntimas da Policial – fatos estes que materializam o assédio denunciado.

Qual dispositivo legal permite tamanha humilhação, onde uma investigada é presa e oitivada por um de seus algozes? Que norma garante a um assediador o direito de oprimir ainda mais sua vítima e promover tamanhos desmandos institucionais, tendo inclusive arrolado testemunhas ao flagrante que sequer estiveram presentes ao ato? 

A verdade é que, mesmo que fosse lotado no órgão correicional, em nenhuma hipótese poderia o Delegado Eduardo Menezes atuar em tal processo investigativo, pois, em que pese o assédio cometido contra Giovanna por este ainda estar nas sombras, um mínimo de caráter ou bom senso o impediria de atuar nesta demanda, mesmo sendo designado ou que estivesse de plantão, ou mesmo que fosse membro da corregedoria, sendo que em nenhuma das duas últimas questões tais afirmativa se alicerçam como fatos.

Não bastassem estes fatos, as garantias constitucionais de nossa filiada ainda foram perigosamente cerceadas, onde, além de seus advogados não poderem acompanhá-la, ainda foram ameaçados de prisão pelo delegado/algoz.

Giovanna foi flagranteada após se apresentar espontaneamente devido a um disparo acidental que alvejou seu namorado no ombro, no dia 8 de dezembro.

No momento deste terrível incidente, Giovanna estava sob efeito de forte medicação, prescrita a esta por psiquiatra que a acompanha em tratamento motivado por recorrentes casos de assédio moral e sexual sofridos e denunciados por ela, e amplamente divulgado na mídia local e nacional. 

Na medida possível de suas condições psicológicas e emocionais, Giovanna prestou socorro a seu namorado e com a ajuda de um vizinho o conduziu até o HGP para que este fosse socorrido da melhor forma.

Prestou socorro, apresentou-se espontaneamente, estava sob efeito de medicações no ato e, mesmo assim, foi flagranteada, presa e liberada após audiência de custódia.

Por vezes o julgamento popular é rápido e cruel, especialmente por meio de redes sociais. Não se buscam fatos, apenas alguém para destilar um ódio inexplicável. Não se precisa conhecer a pessoa, muito menos sua dor, apenas se julga, se condena e executa a pena. 

Humilhada, vilipendiada em sua dignidade de mulher e abalada com o que sua vida tem se tornado, Giovanna novamente tentou tirar a própria vida no último domingo 10. 

Essa nota não busca esconder fatos, apenas trazer à luz o que outrora estava nas sombras, escondido em relações funcionais que maltratam e oprimem policiais civis em todo o Brasil, especialmente as mulheres. 

O objetivo dessa nota é repudiar, SIM, no entanto, o maior objetivo dessa nota é extrair bom senso e compaixão para Giovanna, sua família e reafirmar com vigorosa veemência a missão desta entidade sindical de proteger os direitos de seus filiados e filiadas, buscar por justiça e atuar diligentemente para evitar, com ímpeto e vigor, que maldades e desmandos institucionais se repitam sem reação.  

O SINPOL-TO não somente acompanhará o caso, mas lutará para que responsáveis pela condução das ações institucionais “irregulares” e os assediadores sejam investigados e punidos.

Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Polícia Penal transfere 20 detentos condenados da Unidade de Gurupi para Cariri do Tocantins

7 de maio de 2026 - 16:51

Nelore Brilhant e Cooperfrigu Foods integram debates estratégicos da Novilho Precoce na Agrotins 2026

7 de maio de 2026 - 16:36

HABILITAÇÃO Tocantinenses já economizaram R$ 11,3 milhões com gratuidade do curso teórico para CNH desde dezembro

6 de maio de 2026 - 20:11

Gestão de Wanderlei Barbosa é aprovada por 83% dos tocantinenses, aponta Nexus

6 de maio de 2026 - 18:35

Polícia Civil do Tocantins recupera máquina agrícola de R$ 350 mil no Maranhão

6 de maio de 2026 - 17:09

Ataídes nega uso de estrutura profissional e recorre contra decisão que removeu vídeos de pré-campanha

6 de maio de 2026 - 16:53
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.