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Fraude em concurso da PM/TO: Polícia Civil desarticula organização criminosa e expõe prejuízo a candidatos que estudam e pagam cursinhos

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins18 de março de 2026 - 08:564 minutos de leitura
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Fraude em concurso da PM/TO: Polícia Civil desarticula organização criminosa e expõe prejuízo a candidatos que estudam e pagam cursinhos

Por Redação

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), deflagrou na manhã desta quarta-feira, 18, a Operação Última Etapa, voltada à desarticulação de uma organização criminosa especializada em fraudes em concursos públicos.

Ao todo, foram cumpridos oito mandados de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas. As ações ocorreram de forma simultânea nos estados de Pernambuco, Paraíba, Pará e Goiás.

As investigações apontam a existência de um esquema estruturado que consistia na substituição de candidatos regularmente inscritos por terceiros, conhecidos como “pilotos”, que realizavam as provas no lugar dos inscritos, mediante pagamento que chegava a aproximadamente R$ 50 mil. Os fatos investigados referem-se à primeira fase do concurso da Polícia Militar do Tocantins, realizada em 15 de junho de 2025.

Entre os alvos dos mandados de prisão, estão cinco candidatos ao concurso suspeitos de contratar o serviço do grupo criminoso. Os outros três presos são apontados como integrantes da organização, responsáveis por fazer as provas no lugar dos candidatos. Um deles é agente socioeducativo no Distrito Federal, outro é policial rodoviário federal lotado em Marabá (PA) e o terceiro é ex-policial militar do estado da Paraíba, excluído da corporação por envolvimento em outros crimes.

A investigação teve início a partir do compartilhamento de informações da Polícia Militar do Tocantins, por meio da Comissão Organizadora do Concurso e da Corregedoria da PM, que identificaram indícios de irregularidades no certame. A partir daí, houve atuação integrada entre as forças de segurança, com troca de dados, análises técnicas e apoio institucional, o que permitiu o avanço das diligências.

No curso das apurações, a Polícia Civil reuniu um conjunto consistente de provas, incluindo confrontos papiloscópicos que identificaram incompatibilidades entre impressões digitais colhidas no dia da prova e aquelas constantes nos registros civis dos candidatos. Exames grafotécnicos também apontaram divergências entre assinaturas em diferentes etapas do concurso. Relatórios de inteligência policial indicam ainda a atuação estruturada do grupo, com divisão de tarefas e foco na prática reiterada de fraudes em concursos.

Com base nesses elementos, a Polícia Civil representou pelas medidas cautelares, que foram deferidas pelo Poder Judiciário.

A Operação Última Etapa tem como objetivos desarticular a organização criminosa, responsabilizar os envolvidos, preservar provas e assegurar a lisura do concurso público. Para milhares de candidatos que investem tempo, dinheiro em cursinhos, material didático, deslocamento e meses de preparação, esquemas como esse representam um grave desrespeito ao esforço individual e ao princípio da igualdade de condições de acesso ao serviço público. Ao fraudar o certame, o grupo coloca em risco a credibilidade do concurso, prejudica quem estuda de forma honesta e compromete a confiança na seleção de futuros profissionais de segurança.

“O trabalho investigativo evidenciou um esquema estruturado, com divisão de tarefas e atuação coordenada. A resposta da Polícia Civil demonstra o compromisso com o enfrentamento qualificado às organizações criminosas e com a lisura dos certames públicos”, afirmou o delegado Afonso Lyra, diretor da Dracco.

A Polícia Civil do Tocantins reafirma seu compromisso com o combate à corrupção, às fraudes em concursos públicos e ao crime organizado, destacando que a proteção dos candidatos que se dedicam de forma séria e correta é parte essencial da defesa do interesse público.

A operação contou com o apoio das Polícias Civis de Pernambuco, Paraíba, Pará, Goiás e do Distrito Federal. A Polícia Civil do Tocantins também ressalta o apoio institucional da Corregedoria da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Militar de Pernambuco e a colaboração contínua da Polícia Militar do Tocantins.

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