Por Redação
A Associação Tocantinense do Novilho Precoce (ATNP), que representa pecuaristas no Tocantins, manifesta preocupação e posição contrária ao Projeto de Lei nº 4.795/2026, que pretende proibir a exportação de animais vivos destinados ao abate ou à engorda para posterior abate no exterior.
Para a Associação, além de representar uma alternativa de comercialização para a pecuária brasileira, a exportação de animais vivos contribui para ampliar a concorrência pelo rebanho e reduzir a concentração do mercado comprador, com reflexos na formação dos preços pagos ao produtor.
“A ATNP reconhece que o bem-estar animal deve ser permanentemente protegido e aperfeiçoado. Entretanto, eventuais deficiências devem ser enfrentadas por meio de fiscalização, rastreabilidade, protocolos técnicos e aprimoramento das regras existentes, e não pela simples extinção de uma atividade econômica regularmente exercida”, pontua Ricardo Passos Presidente da Associação Novilho Precoce Tocantins .
A entidade avalia ainda que as questões relacionadas ao bem-estar animal devem ser enfrentadas com fiscalização, rastreabilidade, protocolos técnicos e aprimoramento das regras existentes, sem a extinção de uma atividade econômica regulamentada.
A ATNP também alerta que uma eventual proibição no Brasil não eliminaria a demanda internacional, que poderia ser atendida por outros países, com perda de oportunidades comerciais, renda e empregos para o mercado brasileiro.
Leia aqui (em anexo) a manifestação completa da Associação, assinada pelo presidente Ricardo Passos.








