Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
quinta-feira, 26 março
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Negócios»Economia»Aumento de imposto para pequenos negócios pode gerar inflação e desemprego no Tocantins, aponta especialista
Economia

Aumento de imposto para pequenos negócios pode gerar inflação e desemprego no Tocantins, aponta especialista

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins24 de agosto de 2015 - 10:264 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

Num primeiro momento, o consumidor comum pode achar que a questão diz respeito somente ao universo empresarial. Afinal, quem resolve abrir um negócio tem a obrigação de arcar com todas as exigências governamentais. Mas o impacto é geral, pode acreditar.

Como não poderia deixar de ser, a complementação de alíquota é um tributo, mas de alcance estadual. “Trata-se da cobrança do ICMS (Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) no momento em que o empresário compra os produtos de seu fornecedor”, explica Ronaldo Dias, da Brasil Price. Mas nos últimos 10 meses, o empreendedor tocantinense tem experimentado uma verdadeira gangorra na cobrança do imposto. Vamos tomar como exemplo uma empresa que compra, em média, R$ 48 mil em mercadorias por mês e tem um faturamento médio mensal de R$ 100 mil.

Até dezembro de 2014

“E não vai ter jeito, não vai dar pra segurar, vamos ter que repassar isso para o consumidor”, explica Ronaldo Dias.
“E não vai ter jeito, não vai dar pra segurar, vamos ter que repassar isso para o consumidor”, explica Ronaldo Dias.

Neste período, a alíquota cobrada de ICMS no ato da compra da mercadoria junto ao fornecedor era de 2,05% a 2,5% dependendo do ramo de atividade. Neste caso, o valor pago logo no início do mês era de R$ 1.240,00. “É importante ressaltar que é um imposto pago antes mesmo da garantia da venda”, atenta Ronaldo.

O peso da complementação de alíquota sobre o empresário é notório. “Tivemos que cortar despesas, verdadeiros sacrifícios para não repassar este preço para o consumidor”, conta Élcio Frazão Araújo, dono de uma loja de materiais elétricos.

De janeiro e julho de 2015

Comercio Palmas 3No fim de 2014, entidades classistas empresariais reivindicaram junto ao Governo do Estado a extinção da complementação de alíquota, principalmente porque pesava demais nas contas dos micro e pequenos negócios, responsáveis por 96% de todas as empresas do Estado. “Junto à ACIARA, conseguimos o fim da cobrança e um respiro para os comerciantes”, lembra Dias. Neste curto período de sete meses, a empresa do exemplo citado conseguiu economizar algo em torno de R$ 8.680,00 (7 x 1.240,00).

Mesmo com a alta do dólar e com o aumento de preço nas fábricas, o empresário Márcio Parente, do ramo de instrumentos musicais, conseguiu manter o preço das mercadorias. “O fim do tributo foi um alívio grande e possibilitou que continuássemos competitivos no mercado”. “Em alguns casos, consegui até reduzir o valor dos produtos para o consumidor”, completa Élcio.

Após julho de 2015

Em medos do mês, o Governo do Estado não só anunciou a retomada da cobrança, como subiu o imposto: de 2,77% a 4%. Mensalmente, nossa empresa aumentou os gastos com a complementação para R$ 1.980,00. “Isso representa 59% a mais em relação a 2014”, alerta Ronaldo. E tem mais. “Na realidade, para 2015, o aumento representa 159%, pois o tributo não era cobrado desde janeiro”. “Já tivemos demissões na loja”, afirma Élcio. “E não vai ter jeito, não vai dar pra segurar, vamos ter que repassar isso para o consumidor”, acrescenta.

O imposto voltou, o dólar continua subindo e a indústria aumentando os preços. O empresário Márcio também não descarta a possibilidade de demissões para tentar equilibrar as contas e faz um comparativo: “O que vamos passar a pagar a partir de agora é similar ao custo de dois colaboradores por mês”.

E piora: cobrança dobrada

A realidade é um pouco mais dura ainda para os empresários. Além de pagar o ICMS da complementação de alíquota, ele ainda paga o mesmo imposto, agora com incidência de 2,84%, sobre suas vendas todo mês. “E quanto mais se fatura, maior é a alíquota”, aponta Dias. Ah, e tem ainda outros 5,52% de mais tributos que incidem sobre as empresas do Simples Nacional, que na teoria deveriam pagar menos tributos.

E para 2016?

Vai piorar, acredite. De acordo com a atual legislação, dependendo do produto, o valor do complemento pode chegar a incríveis 325% a mais com relação ao que temos hoje. “Isso vai acontecer porque neste ano acaba uma redução de 60% que o Governo do Estado concedeu aos empresários em outros anos”, afirma o diretor da Brasil Price.

Quem compra algum produto chinês, por exemplo, terá que pagar 13% de complementação. Desta forma, a carga tributária de uma empresa do Simples pode chegar a 12%, contra os 8,36% previstos na tabela nacional da modalidade. “A taxação alcança 40% a mais sobre o faturamento, ou seja, liquida totalmente os benefícios do Simples Nacional”, conclui Ronaldo.

Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Wanderlei Barbosa esclarece declarações ao Portal Atitude e reafirma independência em seu retorno ao Governo

25 de março de 2026 - 16:43

PSDB filia Jorge Frederico; “Chapa de Vicentinho” conta também com o apoio do deputado Júnior Geo

25 de março de 2026 - 07:10

Governador Wanderlei Barbosa reafirma compromisso com obras estruturantes e saúde no Sul do Tocantins e faz uma avaliação do último ano de governo 

24 de março de 2026 - 21:49

Operação El Dourado: Esquema de sonegação no agronegócio causa prejuízo de R$ 55,9 milhões aos cofres de Tocantins

24 de março de 2026 - 12:21

Gurupi recebe Selo Ouro de Compromisso com a Alfabetização em cerimônia do MEC em Brasília

24 de março de 2026 - 11:51

Suspeito de estelionato com atuação em venda de veículos sem autorização de proprietários em Paraíso do Tocantins é preso pela Polícia Civil

24 de março de 2026 - 11:05
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.