Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
quinta-feira, 12 março
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Destaques»Seca no Rio Javaés e a sensação de angústia
Destaques

Seca no Rio Javaés e a sensação de angústia

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins23 de agosto de 2016 - 23:553 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

O mestre em Meio Ambiente, Giovanni Salera Júnior, que trabalha na conservação ambiental na região norte e recentemente teve o privilégio de ter um capitulo do livro Conservação e Monitoramento de quelônios na Amazônia relatou ao Portal Atitude sobre a morte lenta do Rio Javaés e o comprometimento da biodiversidade da Ilha do Bananal. “Isso nos provoca uma sensação angustiante de impotência e revolta que enche nosso coração de dor”, disse.


por Wesley Silas

“Recebi uma notícia de uma amiga que é engenheira agrônoma que recentemente visitou o Rio Javaés e afirmou que não encontrou nenhum lugar com profundidade acima de 50cm. É muito triste imaginar o que ela relatou, pois, ele foi com sua família para nadar e refrescar em um pouco e deparou com um rio quase seco”, disse Giovani Salera.

Como não era para ser diferente todos que acompanham um rio tão valioso desvanecer e ver ao mesmo tempo ir junto a biodiversidade da Ilha do Bananal.

Javaés 2a
“Infelizmente essa magnífica biodiversidade da região do Bananal está sendo afetada e isso nos provoca uma sensação angustiante de impotência”

“O Rio Javaés é o braço menor do Rio Araguaia que juntos formam a ilha do bananal – considerada a maior ilha fluvial do mundo. Esses dois rios juntos formam um verdadeiro elo de proteção da Ilha do bananal-  um dos maiores santuários ecológicos do Brasil. Estamos assistindo a morte lenta do Rio Javaés, que ano a ano agoniza, não só a perda em volume d´água, pois o que está acontecendo é a ruptura de elo de proteção. Infelizmente essa magnífica biodiversidade da região do Bananal está sendo afetada e isso nos provoca uma sensação angustiante de impotência e revolta que enche nosso coração de dor. Até quando está situação lastimável irá acontecer???”, lamenta o ambientalista.

Javaés 2
Criança desfruta das poucas águas do Rio Javés.

Quelônios Amazônicos

Na ocasião, Giovanni Salera Júnior que servidor público Federal e reside em Palmas desde 2015, e há 17 anos desenvolve trabalho na conservação ambiental na região Norte do Brasil, deu a boa notícia de sua participação na elaboração do Manejo Conservacionista e Monitoramento de Quelônios Amazônicos, divulgado no início deste mês.

QuelonioDe acordo com Salera a obra reúne experiências de alguns pesquisadores acumuladas e desenvolvimento de técnicas e de evolução de metodologia por meio do aprendizado das espécies das tartarugas e tracajás em toda região da Amazônia, que inclui a região da Ilha do Bananal e os índios Carajás.

“Esta obra é fruto de um trabalho de muita dedicação de um grupo de pesquisadores que eu faço parte em prol da conservação ambiental de modo geral, mas especialmente da fauna da região da Amazônia. São muitos anos de esforços, de pesquisa, trabalho de campo e de conhecimento acumulado  neste objetivo de conservação da natureza do nosso País que se traduz com uma grande satisfação”, disse Salera.

Segundo informações do IBAMA, o manual trata dos aspectos metodológicos para conservação e monitoramento de quelônios amazônicos, e traz informações sobre educação ambiental e participação das comunidades locais no processo. Foi desenvolvido a partir de trabalhos realizados pelo Projeto Quelônios da Amazônia (PQA), coordenado pelo Ibama. Desde 1979, o programa já realizou a soltura de mais de 70 milhões de tartarugas-da-amazônia (Podocnemis expansa), tracajás (Podocnemis unifilis) e pitiús (Podocnemis sextuberculata), que historicamente sofrem grande pressão resultante da caça e da perda ou alteração de habitat”.

Clique AQUI  para baixar o Manual “Manejo Conservacionista e Monitoramento de Quelônios Amazônicos”

Giovanni Salera Júnior Ilha do Bananal Meio Ambiente Quelônios Amazônicos Rio Javaés Seca
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Editorial | O Custo silencioso da ausência: Por que o Sul do Tocantins precisa de voz em Brasília

11 de março de 2026 - 18:03

Representatividade em xeque: A encruzilhada política que pode deixar o Sul do Tocantins, mais uma vez, sem voz em Brasília

11 de março de 2026 - 17:57

Compras sem planejamento em hospital de Dueré; TCE encontra equipamentos de laboratório comprados há seis anos e ainda encaixotados

11 de março de 2026 - 16:05

Com meta de reunir até 600 ex-prefeitos, Associação é reativada no Tocantins para enfrentar “apagão de defesa” de ex-gestores

11 de março de 2026 - 15:13

Argentina concede refúgio permanente a condenado pelo 8 de janeiro

11 de março de 2026 - 10:57

Governo do Tocantins homologa licitação para construção do Câmpus da Unitins em Augustinópolis

11 de março de 2026 - 09:21
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.