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Lar»Notícias»Brasil»“Lista de Transparência” mostra 21 empregadores do Tocantins dentre os 250 nomes flagrados por trabalho escravo
Brasil

“Lista de Transparência” mostra 21 empregadores do Tocantins dentre os 250 nomes flagrados por trabalho escravo

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins14 de março de 2017 - 14:074 minutos de leitura
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Segundo o Repórter Brasil, todos os empregadores foram autuados, entre dezembro de 2014 e dezembro de 2016, em decorrência de caracterização do trabalho escravo contemporâneo. No Tocantins aparecem 21 nomes envolvendo fazendeiros, cerâmica, garimpos e empreiteira localizados em diversos municípios, dentre eles Peixe, Lagoa da Confusão, Sandolândia, Crixás, Porto Nacional e Araguaína.


por Redação/AtitudeTO

A “Lista de Transparência” foi enviada pelo poder público na segunda (13), em resposta à Lei de Acesso à Informação (LAI), e abrange o período entre dezembro de 2014 e dezembro de 2016 e traz dados de empregadores autuados em decorrência de caracterização de trabalho análogo ao de escravo e que tiveram decisão administrativa final. A solicitação busca garantir transparência à política de combate a essa violação aos direitos fundamentais enquanto o governo federal não voltar a divulgar a informação, como costumava fazer.

“A obrigação do Ministério do Trabalho em divulgar os nomes dos empregadores que exploram o trabalho escravo decorre de compromissos assumidos pela República Federativa do Brasil em âmbito internacional, os quais impedem retrocessos nos passos já trilhados em prol da erradicação da escravidão contemporânea”, afirma o procurador do Trabalho Tiago Cavalcanti, que está à frente da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho ao Repórter Brasil.

Foto Sergio Carvalho/MTE
Foto Sergio Carvalho/MTE

No Tocantins 21 nomes aparecem dentre os 250 empregadores autuados em decorrência de caracterização de trabalho análogo ao de escravo e que tiveram decisão administrativa transitada em julgado. Dentre eles aparecem dois de Sandolândia e dois de Araguaína, conforme mostra a relação abaixo:

EmpregadorEstabelecimentoLocal
1.       Agilberton RibeiroFazenda São Miguel/Bibiano – São Valério, km 30Paranã
2.       Anísio Aparecido da SilvaFazenda Nossa Senhora da AparecidaDueré
3.       Cerâmica Cermar LtdaFazenda ParaísoBabaçulândia
4.       Delfino Pereira MartinsFazenda Ana ThaíraDois Irmãos
5.       Délio Fernandes RodriguesFazenda Fernandes (Fazendinha)Angico
6.       Diamante Agrícola S/AFazenda DiamanteLagoa da Confusão
7.       Fabiano Iamaguti Maeda e OutrosFazenda Esperança –Natividade
8.       Iroilto Nunes PereiraFazenda Ouro BrancoNatividade
9.       Joaquim Almeida de CarvalhoFazenda CanaranaColméia
10.   Jorge Alberto Annes MarinhoFazenda Sentinelas do PagoPeixe
11.   Juarez Antônio Arantes  Fazenda MarambaiaSandolândia
12.   K R Construtora Ltda  Obras ao longo da rodovia TO 226Araguaína
13.   Luciano Rosa do NascimentoFazenda CasteloLuzia, Porto Nacional
14.   Joaquim Almeida de CarvalhoFazenda São Nicolau IIISandolândia
15.   Mineração Santa Luzia LtdaFazenda Santa LuziaSanta Rosa do Tocantins
16.   Mineradora Vale do Paranã LtdaGarimpo Cara PeladaParanã
17.   Rita Cássia Dias  Fazenda São LucasMuricilândia
18.   Ronaldo Peixoto ValadãoFazenda Serra AzulAraguaína
19.   Rita Cássia DiasFazenda Bom SucessoAlta do Bom Jesus
20.   Welligton Lourenço NunesFazendas São LourençoArapoema
21.   Yasushi TajiFazenda Taji –Crixás do Tocantins

  Lista suja

Criada em 2003 pelo governo federal, a “lista suja” é considerada pelas Organização das Nações Unidas (ONU)um dos principais instrumentos de combate ao trabalho escravo no Brasil. É e é apresentada como um exemplo global por garantir transparência à sociedade e um mecanismo para que empresas coloquem em prática políticas de responsabilidade social e possam gerenciar riscos de seus negócios.

Foto Sergio Carvalho/MTE
Foto Sergio Carvalho/MTE

“A relação com os empregadores que foram autuados em decorrência de caracterização de trabalho análogo ao de escravo e que tiveram decisão administrativa transitada em julgado, confirmando a autuação, constando: nome do empregador (pessoa física ou jurídica), nome do estabelecimento onde foi realizada a autuação, endereço do estabelecimento onde foi caracterizada a situação, CPF ou CNPJ do empregador envolvido, número de trabalhadores envolvidos e data da fiscalização em que ocorreu a autuação, incluindo, ainda, a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) dos empregadores envolvidos (quando esta estiver disponível nos relatórios de fiscalização em questão).”

Clique aqui para baixar a lista.

Lista de Transparência Repórter Brasil tocantins Trabalho Escravo
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