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Marielle presente

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins15 de março de 2018 - 23:413 minutos de leitura
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“Se você acha que isso é normal significa que perdeu a capacidade humana de se indignar ou simplesmente ecoa o discurso dos canalhas que se aproveitam da ignorância da maioria enquanto fazem o que bem querem, inclusive perseguir e até matar em nome da lei e da ordem”. João Nunes da Silva


João Nunes da Silva

Doutor em comunicação e cultura contemporâneas, Mestre em Sociologia e professor da UFT Campus de Miracema-TO.Trabalha com projetos em cinema e educação.


Marielle de Castro, uma jovem mulher do complexo da Maré, foi assassinada nesta quarta-feira, 14 de março de 2018. Ela era socióloga e vereadora pelo Partido Socialismo e Liberdade- Psol que tinha uma atuação bastante combativa na câmara dos vereadores do Rio de janeiro na defesa da vida e dos menos favorecidos.

Ela foi eleita com mais de 46 mil votos, a quinta mais votada; era negra, guerreira, feminista  e defensora dos direitos humanos. Sim, defendia o direito a vida, porque quem defende os direitos humanos defende a vida, a liberdade; Marielle defendia um mundo melhor na sua luta a favor das mulheres, dos negros, dos pobres em geral, dos desfavorecidos que encontram encontramos diversos cantos do país, principalmente nas favelas, como é o caso da Maré.

O assassinato de Marielle foi um ato de covardia e, infelizmente, parece nitidamente ter o aval da sociedade quando se cala diante de tantas injustiças e do crescimento do Fascismo.

Se você acha que isso é normal significa que perdeu a capacidade humana de se indignar ou simplesmente ecoa o discurso dos canalhas que se aproveitam da ignorância da maioria enquanto fazem o que bem querem, inclusive perseguir e até matar em nome da lei e da ordem.

“O assassinato de Marielle foi um ato de covardia e, infelizmente, parece nitidamente ter o aval da sociedade quando se cala”, João Nunes.

Mais do que nunca é preciso lembrar da escalada crescente do ódio e da violência que tem se tornado institucionalizada  no Brasil nos últimos anos.

O crime contra Marielle não deve ser visto apenas como mais um crime contra os militantes dos direitos humanos, mas sim como um crime contra todos.

Isso não pode de modo algum ser visto como um lugar comum, enquanto você toma o seu café ou simplesmente zapeia os canais de TV ou mesmo fica fixado no computador, numa rede social qualquer preocupado(a) com o que deve postar para que todos vejam.

Sim, durante toda a história da humanidade se matam pessoas que lutam por vida, por liberdade  e por justiça social. E esse tipo de coisa não pode ser visto como algo simples, como se a vida fosse isso mesmo, como costumamos ouvir dos conformados e acomodados.

Marielle somos todos quando queremos um mundo melhor, com menos ódio e mais amor.

Marielle presente.

João Nunes da Silva Marielle de Castro
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