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Lar»Negócios»Economia»Palmense precisou média de 93 horas de trabalho para comprar os itens essenciais da cesta básica
Economia

Palmense precisou média de 93 horas de trabalho para comprar os itens essenciais da cesta básica

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins9 de fevereiro de 2026 - 16:454 minutos de leitura
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Por Redação

Palmas alcançou, em janeiro de 2026, o menor tempo de trabalho já registrado na série histórica para aquisição da cesta básica de alimentos. O dado, levantado pelo Núcleo Aplicado de Estudos e Pesquisas Econômico-Sociais (NAEPE), indica que mesmo com a volta da inflação no mês, o trabalhador precisou de 93 horas e 54 minutos para comprar os itens essenciais — o melhor resultado desde o início do levantamento.

Cesta básica em Palmas (jan/2026)

  • Jornada mínima: 93h54min (menor da série histórica)
  • Valor da cesta: de R$ 660,89 (dez/2025) para R$ 691,76 (jan/2026)
  • Variação no mês: +4,67%
  • Pressão de alta: tomate (principal), além de feijão, carne e farinha
  • Fatores que sustentam a melhora: deflação acumulada em 2025 (-4,17%) e reajuste real do salário mínimo

Inflação volta após cinco meses, mas não impede avanço

A cesta básica voltou a subir após cinco meses consecutivos de queda, impulsionada principalmente:

  • pela forte alta do tomate,
  • e por aumentos moderados no feijão, carne bovina e farinha.

O valor total passou de R$ 660,89 para R$ 691,76, um acréscimo de 4,67%.

Apesar disso, o impacto da inflação foi compensado pela deflação acumulada ao longo de 2025 e pelo reajuste real do salário mínimo em 2026.

“Mínimo com ganho real” significa que o salário mínimo aumentou acima da inflação no período.

Na prática:

  • Inflação é o quanto os preços sobem.
  • Se o salário sobe igual à inflação, o trabalhador mantém o poder de compra.
  • Se o salário sobe menos que a inflação, o trabalhador perde poder de compra.
  • Se o salário sobe mais que a inflação, há ganho real: dá para comprar mais coisas com o salário, não apenas “empatar” com os preços.

👉 Exemplo simples:

  • Inflação no ano: 4%
  • Reajuste do mínimo: 7%
  • Ganho real: aproximadamente 3% (porque o salário cresceu além do aumento médio dos preços)

Por que o trabalhador está precisando de menos horas?

O economista Autenir de Rezende, diretor-geral do NAEPE e professor do IFTO, explica que a análise do cenário exige olhar para além da variação mensal de preços.

Segundo ele, o recorde positivo resulta de dois fatores combinados:

  1. Deflação acumulada da cesta básica em 2025: queda de 4,17% no ano em Palmas.
  2. Reajuste do salário mínimo acima da inflação nacional: aumento que elevou o poder de compra e compensou altas pontuais de alguns alimentos.

Rezende destaca:

“O resultado é reflexo de preços mais baixos ao longo de 2025 e do ganho real de renda em janeiro. Isso permitiu que o trabalhador alcançasse o menor tempo da série histórica para comprar a cesta básica.”

Mudança histórica na renda do trabalhador

Os dados mostram a dimensão da evolução recente.

  • Dezembro de 2022: eram necessárias 121 horas e 48 minutos de trabalho.
  • Janeiro de 2026: o tempo caiu para 93 horas e 54 minutos, o menor já registrado.

Ou seja, em pouco mais de três anos, o trabalhador palmense reduziu em quase 28 horas o esforço necessário para garantir os alimentos essenciais.

Itens que ajudaram a segurar a cesta

Mesmo com a inflação de janeiro, a maior parte dos produtos manteve trajetória de queda, o que evitou um impacto maior no bolso do consumidor. Entre os itens que contribuíram para amortecer o aumento estão:

  • açúcar
  • leite
  • banana
  • margarina
  • óleo de soja
  • arroz
  • café

Esses recuos explicam por que, mesmo em mês de inflação, o tempo de trabalho apresentou melhora histórica.

O resultado reforça um movimento importante na economia de Palmas: a combinação entre deflação acumulada, reajuste real do salário mínimo e queda de preços em itens essenciais elevou o poder de compra do trabalhador. Mesmo com o retorno da inflação no início de 2026, a capital tocantinense vive o melhor momento da série histórica no acesso à cesta básica, indicador direto de bem-estar econômico.

 

Cesta básica Palmas
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