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Acusado de matar instrutor de autoescola é mesmo que matou o ex-presidente da OAB de Gurupi

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins5 de abril de 2018 - 12:163 minutos de leitura
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Airton Gross cumpria prisão domiciliar com tornozeleira na cidade de Sucupira (TO) por ter matado o advogado José Fortaleza em maio de 2012, após ser condenado a 12 anos de prisão em 2016. Ele foi novamente preso na tarde da quarta-feira, 04, acusado pela morte do instrutor de autoescola, Vilmar Alves Pereira, no último dia 26 de março, motivado por ciúmes.

por Wesley Silas


Preso por ser o mandante da morte de Vilmar Pereira nesta terça-feira, o agricultor Airton Gross já foi condenado pelo Tribunal de Juri da comarca de Alvorada em abril de 2016 a pena de reclusão de 12 anos por homicídio qualificado por ter matado o ex-Secretário Geral da OAB/TO, ex-Presidente da OAB/TO subseção de Gurupi, José Fortaleza Lopes, no 21 de maio de 2012 na comarca de Alvorada (TO) com três tiros pelas costas quando Fortaleza, na condição de advogado, tentava fazer um acordo de separação judicial entre o agricultor Airton Gross e sua esposa, Noeli Gross, na sede da fazenda do casal.

De acordo com o executor Lucas Pereira Batista, vulgo Gordim, o acerto com Airton Gross  para matar o instrutor de autoescola, Vilmar Alves Pereira, teria sido via telefone e no valor de R$ 2.500,00.

Junto com Airton Gross foram encontradas, R$ 47.760,00, 64 munições calibre 22, 18 munições de calibre 20 e duas armas longas – uma rossi calibre 20 e uma CBC calibre 22.

Em abril de 2016, a advogada Celma Milhomem, comentou ao Portal Atitude sobre o homicídio de Fortaleza. Segundo ela, o condenado Airton Gross, ao ser informado os motivos da visita de Fortaleza que estava acompanhado da advogada Leila Streflingque, o condenado Airton Gross alterou-se, passando a gritar e, de imediato, adentrou a casa, momento em que sua ex-esposa pediu aos presentes que corressem.

“Eu fui a dor, eu fui a saudade, eu fui o amor da esposa, eu fui o amor da filha, fui a cadeira vazia, fui o netinho sem avô, mas acima de tudo fui o amor” Celma Milhomem durante o jultamento de Airton Gross, condenado pela morte de Fortaleza.

O inquérito aponta ainda, que ao tentar passar por uma cerca, a vítima foi atingida, nas costas, por dois projéteis, vindo a cair de joelhos, momento em que colocou as mãos na nuca e pediu ao denunciado “não me mate, pelo amor de Deus”, ao que este respondeu: “que Deus que nada”, efetuando, ainda, um terceiro disparo, e somente depois de constatar a morte, empreendeu fuga do local.

Mandante do crime

Praticamente, dois anos após ser condenado a 12 anos, Airton Gross foi preso novamente na quarta-feira, 04, por encomendar a morte de instrutor de trânsito Vilmar Alves Pereira, no último dia 26 de março

Airton Gross homicídio José Fortaleza Lopes Vilmar Alves Pereira
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