A senadora tocantinense, Kátia Abreu (PDT) se tornou a personalidade política feminina do Tocantins mais conhecida no Brasil, decorrente a sua trajetória na ocupação da presença feminina em cargos antes foram ocupados, exclusivamente, por homens, como a presidência da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e Ministério da Agricultura no governo da ex-presidente Dilma e agora se tornou a primeira mulher do Tocantins a concorrer a vice-presidente da república na chapa de Ciro Gomes (PDT).
por Wesley Silas
Amém ou odeiem, a verdade é que currículo da senadora Kátia Abreu (PDT) a coloca na vanguarda quando se trata da presença da mulher tocantinense e brasileira em cargos que, até então, ocupados historicamente por homem. No meio do seu segundo mandato como senadora ela aceitou o desafio de aceitar a colocar o seu nome como candidata a vice-presidente da república, colocando mais uma vez o seu nome como o mais comentado quando se compara qualquer liderança política do Tocantins no contexto nacional.
O último acontecimento envolvendo o nome da senadora envolveu o cantor Caetano Veloso repercutido na coluna da jornalista Sônia Racy do jornal Estadão. Nela a colunista cita que: em camarim reservado à família, no Prêmio da Música Brasileira (ver ao lado), Caetano Veloso avaliou como “correta” a escolha de Kátia Abreu para vice de Ciro Gomes. “Achei legal. É uma figura singular, é do agronegócio e foi a pessoa mais leal a Dilma. Teve uma coragem e sinceridade admiráveis”, disse o cantor à coluna do Estadão.
Conforme a colunista, Caetano Veloso avaliou que a escolha de Kátia Abreu pelo candidato a presidente da República, Ciro Gomes ampliar sua candidatura para equilibrar “tanto à esquerda quanto à direita”. Ele reafirmou, mais uma vez, que é de Ciro seu voto. “Adoro a Manu (Manuela D’Ávila). A Marina (Silva) é a única mulher nos debates, a única pessoa que não é branca e isso é uma coisa importantíssima. Adoro a Sonia Guajajara também”, acrescentou.







