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Eleições

Eleições 2026| “Órfão” da representatividade política, agro do Tocantins discute nomes para 2026 para ter “gente do campo” nas cadeiras da Assembleia e Congresso

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins10 de outubro de 2025 - 11:417 minutos de leitura
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Desgostosos com o que classificam de “falta da verdadeira representatividade” política no Tocantins, setores do agro do Estado discutem a possibilidade de lançar candidatos em 2026.

Por Cristiano Machado

Há movimento iniciado dentro e fora das porteiras para a definição de nomes e a união do segmento em torno dos escolhidos para a disputa do pleito no próximo ano. O objetivo é a defesa das bandeiras do setor produtivo do Estado. A ideia é que o segmento deixe de ser representado pelos políticos tradicionais para que “os próprios estejam nas cadeiras” tanto na Assembleia Legislativa, como Câmara dos Deputados, em Brasília.

Produtores entendem que esta “representatividade orgânica” mais eficaz é essencial para o desenvolvimento sustentável e estratégico do setor, que ocupa papel central na economia brasileira, como responsável por grande parte do PIB, pela geração de empregos e pela balança comercial positiva em todo o país.

Reuniões intensificadas

O tema é amplamente debatido em reuniões específicas e também  já em eventos do setor tanto na capital, Palmas, como no interior. E nomes são cogitados. Entre eles, líderes de entidades representativas do campo que estão em constante evidência, na defesa do setor diante de ameaças que vão de taxação a críticas sobre questões ambientais.

Nomes

Produtor rural que atua há mais de 20 anos no Tocantins, mais especificamente em Porto Nacional (TO), Maurício Buffon, hoje presidente da Aprosoja Brasil (Associação dos Produtores de Soja e Milho), e o recém-reeleito.

Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet), Paulo Carneiro

Desgostosos com o que classificam de “falta da verdadeira representatividade” política no Tocantins, setores do agro do Estado discutem a possibilidade de lançar candidatos em 2026.

Há movimento iniciado dentro e fora das porteiras para a definição de nomes e a união do segmento em torno dos escolhidos para a disputa do pleito no próximo ano. O objetivo é a defesa das bandeiras do setor produtivo do Estado. A ideia é que o segmento deixe de ser representado pelos políticos tradicionais para que “os próprios estejam nas cadeiras” tanto na Assembleia Legislativa, como Câmara dos Deputados, em Brasília.

Produtores entendem que esta “representatividade orgânica” mais eficaz é essencial para o desenvolvimento sustentável e estratégico do setor, que ocupa papel central na economia brasileira, como responsável por grande parte do PIB, pela geração de empregos e pela balança comercial positiva em todo o país.

Reuniões intensificadas

O tema é amplamente debatido em reuniões específicas e também  já em eventos do setor tanto na capital, Palmas, como no interior. E nomes são cogitados. Entre eles, líderes de entidades representativas do campo que estão em constante evidência, na defesa do setor diante de ameaças que vão de taxação a críticas sobre questões ambientais.

Nomes

Produtor rural que atua há mais de 20 anos no Tocantins, mais especificamente em Porto Nacional (TO), Maurício Buffon, hoje presidente da Aprosoja Brasil (Associação dos Produtores de Soja e Milho), e o recém-reeleito presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet), Paulo Carneiro, são citados.

Buffon é suplente de senador de Dorinha Seabra, pré-candidata ao governo do Estado. Foi presidente da Aprosoja-TO, um de seus fundadores, e há muito tempo tem enfrentado demandas cruciais em defesa das mulheres e homens do campo. Atualmente tem liderado, com muita intensidade e resultados positivos, debates e discussões nacionais em prol dos produtores do Brasil e mantido as raízes e presença no Tocantins.
Já Paulo Carneiro, fortalecido à frente da Faet, com apoio dos sindicatos rurais, tem a seu favor, além da liderança do setor da pecuária, o trabalho desenvolvido pelo Senar no Tocantins, com cursos, capacitações e capilaridade política em todas as regiões do Estado.

Outro nome forte é o de Wagner Martins Borges, presidente do Sindicato Rural de Araguaína (SRA), o maior do Estado, que desponta como importante liderança estadual.

O presidente da Associação de Desenvolvimento Sustentável do Tocantins (Adesto), Arnaldino dos Santos, também tem o nome ventilado.

Junto com eles há ainda no setor de grãos o ex-presidente da Aprosoja-TO, Dari Fronza, membro da direção nacional da entidade. Também produtor no Tocantins há quase três décadas, é radicado em Silvanópolis, na região central do Tocantins, onde preside atualmente o Sindicato Rural.

Debate político

As costuras políticas têm o objetivo de transformar os nomes – estes ou outros – em candidaturas competitivas, primeiramente. E paralelamente a isso, conseguir unir em torno da “causa do campo” os representantes dos agricultores e de pecuaristas, que há anos caminhavam distantes no Estado e hoje estão mais próximos.

A representatividade

Almejam, por exemplo, que leis, regulamentações e incentivos estejam alinhados à realidade do setor. E isso ocorre com a presença de representantes ligados ao campo — produtores, cooperativas, sindicatos rurais e entidades do setor — nos parlamentos e órgãos governamentais. 

Isso porque questões como infraestrutura logística, segurança jurídica sobre a propriedade da terra, acesso ao crédito rural, pesquisa e inovação tecnológica, sustentabilidade ambiental e relações comerciais internacionais dependem diretamente de decisões políticas fundamentadas no conhecimento e na vivência do agro.

Além disso, a representatividade ajuda a combater visões distorcidas sobre o agronegócio, promovendo um diálogo mais equilibrado entre diferentes interesses sociais, ambientais e econômicos. É por meio da política que se constrói a ponte entre o campo e a cidade, entre a produção e o consumo, fortalecendo a integração nacional e o papel do Brasil como potência agroalimentar global.

Buffon é suplente de senador de Dorinha Seabra, pré-candidata ao governo do Estado. Foi presidente da Aprosoja-TO, um de seus fundadores, e há muito tempo tem enfrentado demandas cruciais em defesa das mulheres e homens do campo. Atualmente tem liderado, com muita intensidade e resultados positivos, debates e discussões nacionais em prol dos produtores do Brasil e mantido as raízes e presença no Tocantins.
Já Paulo Carneiro, fortalecido à frente da Faet, com apoio dos sindicatos rurais, tem a seu favor, além da liderança do setor da pecuária, o trabalho desenvolvido pelo Senar no Tocantins, com cursos, capacitações e capilaridade política em todas as regiões do Estado.

Outro nome forte é o de Wagner Martins Borges, presidente do Sindicato Rural de Araguaína (SRA), o maior do Estado, que desponta como importante liderança estadual.

O presidente da Associação de Desenvolvimento Sustentável do Tocantins (Adesto), Arnaldino dos Santos, também tem o nome ventilado.

Junto com eles há ainda no setor de grãos o ex-presidente da Aprosoja-TO, Dari Fronza, membro da direção nacional da entidade.

Também produtor no Tocantins há quase três décadas, é radicado em Silvanópolis, na região central do Tocantins, onde preside atualmente o Sindicato Rural.

Debate político

As costuras políticas têm o objetivo de transformar os nomes – estes ou outros – em candidaturas competitivas, primeiramente. E paralelamente a isso, conseguir unir em torno da “causa do campo” os representantes dos agricultores e de pecuaristas, que há anos caminhavam distantes no Estado e hoje estão mais próximos.

A representatividade

Almejam, por exemplo, que leis, regulamentações e incentivos estejam alinhados à realidade do setor. E isso ocorre com a presença de representantes ligados ao campo — produtores, cooperativas, sindicatos rurais e entidades do setor — nos parlamentos e órgãos governamentais. 

Isso porque questões como infraestrutura logística, segurança jurídica sobre a propriedade da terra, acesso ao crédito rural, pesquisa e inovação tecnológica, sustentabilidade ambiental e relações comerciais internacionais dependem diretamente de decisões políticas fundamentadas no conhecimento e na vivência do agro.

Além disso, a representatividade ajuda a combater visões distorcidas sobre o agronegócio, promovendo um diálogo mais equilibrado entre diferentes interesses sociais, ambientais e econômicos. É por meio da política que se constrói a ponte entre o campo e a cidade, entre a produção e o consumo, fortalecendo a integração nacional e o papel do Brasil como potência agroalimentar global.

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