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Lava Jato: CPI da Foz/Saneatins comandanda por Dertins aponta ter sido proposital

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins17 de abril de 2017 - 16:594 minutos de leitura
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Em depoimento da delação premiada, o ex-presidente da Saneatins, Mário Amaro da Silveira, deixou claro que a CPI da Saneatins, requerida e posteriormente presidida pelo deputado Eduardo do Dertins (PPS), estaria no acerto das negociações de doação para a campanha de Sandoval Cardoso em 2014.


por Wesley Silas

A CPI da Saneatins, foi instaurada em janeiro de 2014 e teve como principal defensor o deputado Eduardo do Dertins (PPS), escolhido para presidi-la. Em um trecho da delação de Mário Amaro da Silveira, em que ele relata diálogo que teve na época com o então governador Sandoval Cardoso (SD), codinome ‘Novo Canário’, o andamento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da empresa Foz/Saneatins também foi colocado na mesa das negociações – que teve o pedido inicial no valor de R$ 10 milhões para cobrir as despesa de campanha do grupo do candidato ao governo do Tocantins Sandoval Cardoso naquele ano, culminando em R$ 4 milhões.

Eduardo do Dertins foi o autor do requerimento que pede a instalação da CPI - Foto: Clayton Cristus
Eduardo do Dertins foi o autor do requerimento que pediu a instalação da CPI – Foto: Clayton Cristus

“Tem a questão da CPI que já estava instalada, a CPI da Assembleia […] você sabe o porquê desta CPI não sabe e ele disse eu não sei. Você sabe que nós não vamos capitular e a gente precisa de ajuda porque não dá para trabalhar num ambiente deste. A CPI nem ganhou grande coro na imprensa porque todo mundo sabia o que estava por trás […] Ele disse que ia resolver os meus problemas, mas precisa de uma ajuda para a campanha de R$ 10 milhões [acho valor exorbitante fora da nossa capacidade mas vou fazer o melhor possível porque precisa validar […] ficou autoriza oferecer R$ 4 milhões para ele…” relatou Mário Amaro sobre a conversa que ele teve com o governador Sandoval Cardoso no Palácio Araguaia em maio de 2014.

Naquela ocasião Mário Amaro focou que a principal intenção da empresa era resolver problemas de reajustes tarifários de água, debatido em audiências públicas, que não foi aceito por Eduardo Siqueira Campos devido estar em ano eleitoral e uma dívida com do Estado com a empresa no valor de R$ 10 milhões.

Mario Amaro 1a“Tem a questão das audiências públicas da revisão tarifária que o Eduardo não queria fazer até a eleição que era um tema ruim que desgastava o governo e queimação de filme, como ele disse e tem a questão das contas d´água de R$ 10 milhões que o Estado não estava pagando, que era um pouco mais da metade do faturamento do mês”, disse.

Outro fato curioso envolvendo a CPI aconteceu no dia 13 de junho daquele ano em que o deputado  Eduardo  do Dertins (PPS) chegou a solicitar auxílio das Polícias Federal e Civil devido a ausência de Mário Amaro da Silva, por não atender a convocação para prestar esclarecimento.  Desde então, a CPI foi esquecida e arquivada.

A CPI teria o objetivo de pesquisar contratos, desde 1998, que abrangem a venda de cotas do Governo do Estado para a empresa Emsa, e desta para a Foz/Saneatins, além de planilhas de cobrança da tarifa da água e do esgoto, e da renegociação com a Prefeitura de Palmas.

Planilha da Odebrecht no Tocantins

Nas delações divulgadas  desde a semana passada descortinou vários nomes de políticos tocantinenses que receberam recursos da empreiteira Odebrecht alvo da Operação Lava Jato envolvendo as eleições de 2012 e 2014. As personagem apontadas por receber dinheiro, via Caixa 2, em 2012 são Marcelo Lelis (PV) em Palmas; Ronaldo Dimas (PR), em Araguaína, Laurez Moreira (PSB), em Gurupi, e Eronides Texeira (PSDB) e Zeila Ribeiro, ambos de Taguatinga. O valor repassado seria de R$ 650 mil conseguido, via deputado Eduardo Siqueira Campos (DEM).

Nas eleições de 2014 o departamento de Propina da Odebrecht mostra que foram liberados para políticos do Tocantins R$ 9,350 milhões. Montante distribuído entre governador Marcelo Miranda (PMDB), apelidado de Lenhador, que teria recebido R$ 1 milhão; o ex-deputado federal Júnior Coimbra, codinome Acadêmico, teria recebido, ex-presidente da Câmara, ex-deputado federal Eduardo Cunha, R$ 1,2 milhão, deste montante, R$ 300 mil ficou com Jr. Coimbra e R$ 900 mil, segundo o delator Mário Amaro, foi dividido entre os vereadores Rogério Freitas e Emerson Coimbra; a senadora Kátia Abreu (PMDB), apelidada de Machado, teria recebido R$ 500 mil e o ex-governador Sandoval Cardoso (SD), conhecido no meio como Novo Canário, que levou R$ 4 milhões.

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