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Lar»Notícias»Destaques»Márlon Reis crítica “impostos de Amastha” e diz conhecedor do Mecanismo, ao citar os demais opositores
Destaques

Márlon Reis crítica “impostos de Amastha” e diz conhecedor do Mecanismo, ao citar os demais opositores

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins16 de abril de 2018 - 00:104 minutos de leitura
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“Tem um lá [Amastha] que é parecido conosco, mas é conhecido por aumentar sistematicamente os impostos e obviamente vai querer fazer isso no Estado. Tem os outros que são todos do mecanismo. Então, está é uma diferença abissal que separam os discursos”, disse o pré-candidato Márlon Reis durante evento em Gurupi ocorrido na noite deste domingo na Câmara Municipal de Gurupi.

por Wesley Silas


A etapa do “Diálogo pelo Tocantins com Márlon Reis” em Gurupi, como o próprio nome sugere, teve conversas abertas que envolveram discurso de programa de governo de economia liberal, educação de qualidade, gasto público e discrepância salarial entre os poderes Executivo quando se compara aos poderes Legislativo e Judiciário.

“Os empreendedores do Tocantins estão acorrentados nós temos que quebrar estes grilhões” considerou Márlon Reis sobre a demora dos licenciamentos ambientais no Tocantins que emperram muitos empreendimentos e propôs três escalas de prazos para cumprimento do licenciamento com respostas dentro do prazo. “O Estado tem que colaborar e não rivalizar com a iniciativa privada”, completou.

Mecanismo

Márlon Reis disse ser um estudioso do “Mecanismo”, referindo-se a série da Netflix baseada em fatos reais da Lava Jato.  Ele citou que conhece bem as estruturas o parlamento brasileiro e que Mecanismo foi tese de seu doutorado e no livro “Nobre Deputado”, escrito por ele.

“Cheguei a ser perseguido e processado pelo Eduardo Cunha e pelo Henrique Eduardo Alves e os dois estão presos por causa do que eu dizia no livro. Então, eu conheço como funciona o mecanismo”, disse Márlon Reis depois de ser questionado por uma pessoa da plateia.

Diálogo com o Poder Legislativo

Na sequencia o pré-candidato defendeu diálogo institucionais entre os poderes Executivo e Legislativo.

“Nós não vamos começar em termos de toma-lá-dá-cá, mas existem diálogos institucionais e vamos discutir as ideias parlamentares, mas não para o bolso do parlamentar e sim para cumprir o papel final e o nosso diálogo será de equilíbrio”, disse.  

Discurso 

Quando foi questionado sobre os repetitivos discursos do pré-candidatos sobre redução de impostos, saúde, segurança pública, gastos com pessoal, dentre outros, Márlon Reis disse que existe “um diferencial abismal”.

““Eles já são conhecidos e já tiveram a oportunidade de fazer e não fizeram”

“Eles já são conhecidos e já tiveram a oportunidade de fazer e não fizeram ou fizeram o oposto. Tem um lá que é parecido conosco, mas é conhecido por aumentar sistematicamente os impostos e, obviamente, vai querer fazer isso no Estado. É já tem os outros que são todos do mecanismo. Então, está é uma diferença abissal  que separam os discursos”, disse.

Redes sociais e eleição

Márlon Reis disse que acredita que o governador Marcelo Miranda (MDB) deverá sair do cargo, definitivamente na próxima terça-feira, 17, quando acontece o julgamento dos embargos pelo TSE. Ele criticou a decisão do ministro do SFT Gilmar afirmou que irá apostar nas redes sociais para passar suas mensagens como candidato à eleição suplementar que deverá acontecer em um curto período.  

Despesa com pessoal

Outro tema defendido pelo pré-candidato foi o gasto com a folha do Governo do Tocantins que chegou a 64% nos primeiros dois meses deste ano, deixando o estado, praticamente sem capacidade de realizar investimentos.

“Nós temos um número imenso de pessoas que não estão trabalhando, temos cabos eleitorais contratados no serviço público e isso vai acabar. Eu não estou preocupado se estes cabos eleitorais vão ficar desesperados porque eles já não iriam votar em mim, pois já são cabos eleitorais dos outros. Mas o certo é deixar os contratados necessários e exonerar de imediatamente os cabos eleitorais”, disse.

Para ele as mudanças de redução de privilégios deverão começar a ser cortadas na própria carne.

“Vamos começar com uma lupa cortar os privilégios a começar com o do próprio governador do Estado que tem que dá exemplo e enxugar todas as gorduras e, inclusive ao revisar os contratos eu tenho certeza que vai aparecer dinheiro”, explicou.

Disparidade salarial entre os poderes

Ao Portal Atitude, Márlon Reis se falou sobre a disparidade dos salários entre os poderes Judiciário, Legislativos em detrimento aos do poder Executivo onde há grande disparidades desde os cargos como motoristas e técnicos.

“Honestamente falando, é muito difícil mexer com isso, por conta das competências constitucionais pois são autônomas e impostas e o Poder Executivo não pode chegar estabelecendo política remuneratória para os outros poderes; mas, sinceramente, eu pretendo chamar para o diálogo com estes poderes para firmar uma espécie de pacto porque tem algumas coisas exageradas”, disse Márlon Reis.

Eleição 2018 gurupi Marlon Reis
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