O ministro Cristiano Zanin decidiu, na tarde de hoje, converter a prisão preventiva do prefeito afastado Eduardo Siqueira para o regime de prisão domiciliar. A decisão foi apoiada por parecer da Procuradoria Geral da República (PGR).
Por Redação
Zanin destacou a necessidade de substituição da custódia preventiva devido às condições apresentadas por Siqueira. O parecer da PGR reforçou essa decisão ao basear-se em um relatório da Diretoria de Saúde e Promoção Social do Tocantins, que avaliou o estado de saúde do prefeito como crítico.
De acordo com o relatório, José Eduardo de Siqueira Campos está acamado e apresenta sintomas como crises de choro e pensamentos desorganizados, além de sofrimento físico devido à coronariopatia. Já realizou angioplastias e necessita de cuidadoso manejo medicamentoso para evitar complicações cardíacas graves, como o Infarto Agudo do Miocárdio.
O documento sugere que Siqueira seja transferido para um ambiente hospitalar adequado, devido à incapacidade das instalações do Quartel do Comando-Geral da Polícia Militar do Tocantins de atender suas necessidades médicas. O relatório propõe acompanhamento por uma equipe multidisciplinar para mitigar riscos de descompensação das suas condições de saúde.
A decisão do ministro Zanin é vista como uma resposta à urgência do quadro clínico delicado de Siqueira, que, segundo informações, sofreu um infarto recentemente.
Com informações do Blog do Luiz Armando.







