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O Professor na atualidade

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins25 de março de 2016 - 23:403 minutos de leitura
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Por José Erisvaldo Barros

Geografo formado pela Universidade Federal do Amapá

Especialista em gestão Ambiental pela FAMA e Comunicação pela PUC São Paulo. Atualmente é coordenador do curso de Agronegócio da UNITINS em Augustinópolis

A figura do professor nos últimos anos vem perdendo suas características próprias, devido aos desmandos por parte de alguns gestores que comandam a educação no Brasil, com favores e apadrinhamentos, principalmente político partidário. Dentro desse processo desastroso estão os alunos que são os mais prejudicados, já que não recebem uma educação com qualidade para o desenvolvimento de suas ações para enfrentar o mercado de trabalho e a vida. Infelizmente o sistema capitalista é “selvagem” e só aceita os mais preparados e habilitados para desenvolver as atividades e se não existir boa vontade por parte dos “comandantes” da educação, vamos continuar assistindo os nossos jovens fadados ao fracasso.

No Estado do Tocantins parece que esse processo acontece de forma mais acentuada. O professor com formação em uma área acaba ministrando outras disciplinas sem o conhecimento técnico para tal. É comum encontrar nas escolas do Estado pedagogos ministrando geografia, historia arte e até religião para alunos do 3º ano ao ensino médio. Tudo isso movido pelo “compadrio” e conivência dos gestores que preferem continuar dessa forma para que seus pares recebam salários “gordos” em detrimento de uma educação com baixa qualidade.

"Sei que esse trabalho vai causar descontentamento, mas alguém precisa levantar essa bandeira, pois se continuar dessa forma nossas crianças continuarão sendo vitimas com o consentimento da maioria dos gestores".
“Sei que esse trabalho vai causar descontentamento, mas alguém precisa levantar essa bandeira, pois se continuar dessa forma nossas crianças continuarão sendo vitimas com o consentimento da maioria dos gestores”.

Fui aprovado no ultimo concurso da educação no Estado com formação na área da Geografia com especialização e experiência, no entanto, na escola em que fui lotado não completei minha carga horária e comecei a procurar nas escolas uma complementação e fui surpreendido por alguns diretores com disciplinas como história, religião e até artes. Isso me surpreendeu pela naturalidade com que foi tratado o assunto, não aceitei, pois eu estaria colocando em risco a minha ética profissional e o aprendizado dos alunos, no entanto gostaria de aprofundar a discussão dentro da disciplina geografia, que a minha área, pois segundo o autorCastrogeovanni(2000), em sua obra O ensino da geografia, os pedagogosque atuam nas séries iniciais não foram  alfabetizados em geografia, para desenvolver suas funções como professores da disciplina causando problemas para os educandos e um dos maus visíveis é com relação ao estudo do espaço ( mapas ) para ele os educandos chegam ao 6º ano sem o conhecimento dessa categoria de estudo da geografia. Aí podemos imaginar um profissional com essa formação lecionando geografia no terceiro ano ao ensino médio. Isso é um retrocesso e o resultado desse desmando são as notas que os alunos alcançam nas avaliações externas como o ENEM por exemplo.

Sei que esse trabalho vai causar descontentamento, mas alguém precisa levantar essa bandeira, pois se continuar dessa forma nossas crianças continuarão sendo vitimas com o consentimento da maioria dos gestores.

Reconheço a situação do Estado com a falta de professores de áreas principalmente na região do Bico do Papagaio. Parece que está arraigado na cultura do Estado de que mesmo não tendo formação pra área, mais sendo parente ou amigo de alguém influente, precisa continuar recebendo salários gordos, já que a política partidária é muito forte na cultura Tocantinense.

Espero que um dia isso mude.

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