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Opinião | Estado oneroso e perdulário

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins19 de dezembro de 2017 - 08:376 minutos de leitura
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“Ratos que a justiça precisa colocar na cadeia… Ratos que alguns juízes precisam deixar de libertar por compadrios vergonhosos e insanos. Observando o cenário político e ouvindo alguns comentários que destacam a figura de Lula e alguns outros, não pude disfarçar o sorriso ao lembrar de Pubilius Syrus, que viveu no século anterior ao nascimento de Cristo. Pubilius, disse: “Tolo é aquele que afunda seus navios duas vezes e continua acusando o mar de culpado”,  João Antonio Pagliosa.

por João Antonio Pagliosa


A carência de novas lideranças políticas em nosso país é algo assaz preocupante. As eleições de 2018 se aproximam e somos ausentes de caras novas. No meu modo de ver, o Brasil não pode prescindir de homens e mulheres que surjam com ideias e atitudes inovadoras, que tragam um alento ao eleitor cansado de observar velhas raposas com seus discursos surrados, e sem um propósito realmente digno.

Precisamos renovar toda a nossa classe política. Precisamos gente honesta e dinâmica e arrojada e competente. Gente menos jurássica e mais perceptiva, menos corrompida e mais humana porque vivemos um caos social, e o brasileiro vem perdendo cada vez mais, seu interesse pelo próximo. Isso, meus caros, é a maior tragédia que o homem pode experimentar. Ouvi depoimentos de alguns presos políticos pela Operação Lava Jato, e fiquei pasmo com o nível de mesquinhez, arrogância e soberba de pessoas que acreditam que o planeta orbita em torno delas, num delírio alucinante. O próximo não tem importância nenhuma… Não é sequer um efeito colateral… É um nada! Eles, os soberbos, perderam a essência da vida!

Bem, como não aprendemos com a história, cumpre recordar que em 2016 nosso PIB recuou para US$1,796 trilhões, configurando a maior tragédia economica do país em todo seu tempo. Nunca perdemos tanto dinheiro num espaço de tempo tão curto quanto os anos de 2015 e 2016, e a razão da tragédia é incompetência administrativa aliada a pilhagem dos bens públicos. Todas as nossas empresas estatais eram antro de corruptos safados… E a maioria continua sendo…

Melhorou bem, mas ainda há muitos ratos se refestelando… Ratos que a justiça precisa colocar na cadeia… Ratos que alguns juízes precisam deixar de libertar por compadrios vergonhosos e insanos. Observando o cenário político e ouvindo alguns comentários que destacam a figura de Lula e alguns outros, não pude disfarçar o sorriso ao lembrar de Pubilius Syrus, que viveu no século anterior ao nascimento de Cristo. Pubilius, disse: “Tolo é aquele que afunda seus navios duas vezes e continua acusando o mar de culpado.”

A coisa está feia mas as previsões asseguram para 2017 um PIB crescendo em torno de 1,1% e isso é um começo. Todavia, a tabela abaixo mostra o quanto precisamos evoluir. Este Brasil com 208 milhões de habitantes, o maior país da região América Latina, o quinto maior do mundo em extensão territorial, e o sexto maior do mundo em população. São dados do ano de 2016:

País                     PIB (US$trilhões)         População (Milhões)
                          PIB per capita (US$)
Estados Unidos         18,57                                   323
                           57.466
Alemanha                3,467                                   82,7
                          41.936
Japão                      4,939                                    127
                          38.849
Brasil                      1,796                                     208
                            8.650
China                     11,200                                    1.380
                              8.123

A Tabela mostra que, para o tamanho de sua população, tanto o Brasil quanto a China, tem um PIB muito baixo, e que ambos precisariam crescer, no mínimo três vezes, para que seus cidadãos sejam considerados ricos monetariamente. Mas a China vem crescendo entre 7 e 10% ao ano nos últimos 25 anos, ou seja, eles enriquecem ano a ano,como ninguém no mundo todo. 

Quais são nossos grandes problemas:
1-Sonegação Fiscal: O Banco Mundial informou que a sonegação de tributos no Brasil representa 9,1% do PIB, ou o equivalente a R$571 bilhôes apenas em 2016. Isto é dramático e urge solucionar, doa a quem doer! Destes 571 bilhões, a dívida empresarial com a Previdência Social é superior a R$531 bilhões e os sonegadores são os reais responsáveis pelo déficit previdenciário. Verdade cristalina! As Prefeituras do País devem a Previdência acima de R$75 bilhões. Os produtores rurais devem a Previdência acima de R$15 bilhões. Os Estados da Federação devem a Previdência acima de R$14 bilhões.

2- Dívida Pública: A dívida do país já é superior a 80% do PIB e a rolagem desta dívida implica em juros que superam R$550 bilhões

3- Previdência Social: Ela é altamente deficitária em razão da sonegação, porém a Reforma é premente porque precisamos eliminar privilégios de algumas castas. É uma questão de justiça social!

4- A idiotice do politicamente correto: Poucos entendem, mas o Estado é dono de 47% das terras do país, e o MST não invade as terras do governo porque elas precisam ser muito trabalhadas. Eles invadem as
propriedades privadas onde toda a estrutura está pronta. Bem mais fácil…

A população indígena do Brasil é inferior a 1% e os índios possuem 13% das terras do país, e não produzem nada. Apesar disso muitos analistas dos nossos meios de comunicação brigam para dar mais terra aos índios. E a Funai, a CNBB e as ONGS complicam barbaridade…

5- O gasto com nossos políticos é algo incompreensível para um país com nosso PIB per capita. Há muita mamata e não dá para seguir aturando gastos faraônicos de políticos que quase nada produzem. O governo precisa cortar na carne… Só não vê quem não quer…

6- O Brasil precisa de uma infraestrutura decente. Precisamos investimento estrangeiro para mais estradas, portos, hidrovias, ferrovias. Nossa competitividade depende de infraestrutura adequada e de logística otimizada.

Há muito por fazer…

Curitiba, 19 de dezembro de 2017.
João Antonio Pagliosa
Engenheiro Agrônomo

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