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Opinião | Justiça seletiva

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins18 de julho de 2017 - 16:413 minutos de leitura
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“O que chamam de justiça brasileira na verdade é justiça de uma classe para uma classe; os fatos comprovam que a seletividade escancarada coloca o país numa situação de instabilidade jurídica que é no mínimo perigoso”. João Nunes da Silva


João Nunes da Silva

Doutor em comunicação e cultura contemporâneas, Mestre em Sociologia e professor da UFT Campus de Miracema do Tocantins. Trabalha como projeto em cinema e educação

Desde que eu me entendo por gente me dei conta que existia algo  chamado justiça, estado, direito e coisas do tipo. A vida foi passando e cada vez mais me dou conta que quanto mais a gente sabe mais precisa saber e que a justiça é sonho, apenas um sonho num mundo onde quem manda é o dinheiro.

Eu logo aprendi que Direito é uma coisa que em geral não tem nada a vê com justiça e que o judiciário é outra coisa que o que menos faz é promover a justiça. Sim, porque logo vi que o que chamam de justiça, quando se referem aos operadores do Direito, essa é seletiva, pois cadeia mesmo faz tempo que foi feita apenas para pobre ou para quem se mete a defender o pobre.

Os últimos acontecimentos da justiça brasileira envergonham qualquer cidadão de bom senso; a última é a condenação do Lula por um juiz de primeira instância, que notadamente resolveu condenar o ex-presidente sem apresentar sequer uma prova robusta.

Para os “justiceiros” de Curitiba, como os Procuradores da Lava Jato e certo juiz de primeira instância, para se condenar alguém não interessam provas, mas sim convicções, mesmo que essas sejam sustentadas por reportagens inescrupulosas.

Agora imagine só: se um ex-presidente é condenado sem provas, o que será que pode acontecer com o cidadão comum, principalmente se for pobre?

O que chamam de justiça brasileira na verdade é justiça de uma classe para uma classe; os fatos comprovam que a seletividade escancarada coloca o país numa situação de instabilidade jurídica que é no mínimo perigoso.

O que se espera de um judiciário, de um juiz ou de qualquer operador do direito é que respeitem a constituição e que favoreça a justiça; jamais a seletividade e a busca por holofotes da mídia devem fazer parte daqueles que atuam na justiça. Tal conduta virou regra no Brasil pós-golpe 2016 que destronou a Presidente Dilma Rousseff sem que tenha cometido crime algum e levou ao poder Temer e sua trupe. Isso é vergonhoso.

Agora cinicamente dizem que a justiça prende até ex-presidente e que ninguém está acima da lei; isso é uma falácia para fazerem crê que a justiça brasileira é séria; será mesmo? Por que então nenhum político do PSDB foi preso, mesmo que fatos diversos comprovem esquemas de corrupção e de seus principais políticos? Por que se vê um governante escandaloso como o Temer comprar parlamentares até mesmo em negociatas com cobertura ao vivo das TVs e nada acontece?

Se for pra fazer justiça não interessa se é de direita ou de esquerda, pois, quem cometeu algum crime precisa ser punido conforme a lei, mas quando os juízes resolvem fazer política em vez de justiça e persegue apenas um lado, como os fatos comprovam, aí não há outro nome a não ser seletividade para beneficiar outro lado.

A conseqüência de toda essa desfaçatez é a descrença total nas instituições brasileiras que por principio e por natureza deveriam atuar para garantir a segurança e a cidadania para todos.

João Nunes da Silva Justiça seletiva
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