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Lar»Entretenimento»Ambiente Gospel»Países que perseguem a Igreja: como vivem os cristãos na Etiópia
Ambiente Gospel

Países que perseguem a Igreja: como vivem os cristãos na Etiópia

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins24 de fevereiro de 2021 - 06:058 minutos de leitura
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O governo etíope não tem um bom relacionamento com as igrejas protestantes evangélicas e pentecostais.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE PORTAS ABERTAS

Os cristãos etíopes enfrentam grandes batalhas para manter a fé em Cristo. (Foto: Portas Abertas)

POPULAÇÃO: 112,7 milhões
CRISTÃOS: 67,4 milhões
RELIGIÃO: Cristianismo e islamismo
GOVERNO: República parlamentarista
LÍDER: Sahle-Work Zewde
POSIÇÃO: 36º na Lista Mundial da Perseguição

Na Etiópia, um dos fatores que mais se destacam na perseguição aos cristãos é o extremismo islâmico. Particularmente, nas partes leste e sudeste do país, os convertidos do islamismo ao cristianismo podem ser perseguidos e oprimidos pela família e comunidades vizinhas.

Em algumas dessas regiões, os cristãos não têm acesso aos recursos da comunidade, são condenados ao isolamento e discriminados. Além disso, alguns chegam a enfrentar a violência quando extremistas islâmicos atacam igrejas e casas.

Outras fontes de perseguição são: protecionismo denominacional, paranoia ditatorial e hostilidade etno-religiosa. Além disso, parentes, cidadãos e quadrilhas, líderes religiosos não cristãos e oficiais do governo podem dificultar bastante a vida dos cristãos no país.

Protecionismo denominacional e paranoia ditatorial 

Como o governo tem um relacionamento especial com a Igreja Ortodoxa Etíope, outras denominações – especialmente protestantes evangélicos e pentecostais – são perseguidas pelo Estado e pela Igreja Ortodoxa.

Os cristãos que mudam de denominação e deixam a Igreja Ortodoxa estão sujeitos à pressão da família e da comunidade e podem enfrentar maus-tratos significativos. As igrejas também podem ser impedidas de realizar reuniões religiosas.

Como vivem as cristãs etíopes

As mulheres estão sujeitas a perseguições mais específicas na Etiópia. Se uma mulher casada se converte ao cristianismo em uma área não cristã, é provável que tenha que se divorciar e, como consequência, pode perder a custódia dos filhos.

Um evento recorrente que assusta as mulheres é o sequestro  seguido do casamento forçado com um homem não cristão. Isso pode acontecer com meninas a partir de 11 anos de idade, principalmente nas áreas rurais. Há também o costume do casamento arranjado pela própria família e, após o casamento, a esposa deve seguir a religião do marido, independente de sua fé anterior.

O abuso sexual, sem o casamento forçado que o acompanha, é visto como um meio eficaz de punir uma mulher ou menina cristã. O crime resulta no isolamento da comunidade. Pela sua decisão de seguir a Cristo, ela não poderá mais se casar ou ser educada, e a família sofrerá com a “vergonha”.

Quando uma esposa muçulmana se converte ao cristianismo, o divórcio é o resultado mais provável. Mesmo que o marido não solicite o divórcio, a família o pressionará a fazê-lo para proteger a honra do sobrenome e os netos da “corrupção”.

Os anciãos que presidem um tribunal tribal entendem a fé cristã como um desvio perigoso e fazem de tudo para evitar a propagação do cristianismo na tribo. Os anciãos mais velhos provavelmente concederão a custódia de todos os filhos ao marido.

Como os homens cristãos etíopes são perseguidos

Normalmente, os homens cristãos são violentados fisicamente e costumam ser deslocados quando sua fé é revelada. Os novos convertidos são forçados a deixar suas casas e vilas para viver em outras regiões.

Culturalmente, as famílias contam com a ajuda dos homens e dos meninos em tempos difíceis, logo, atacá-los é uma forma estratégica de enfraquecer a família.

Às vezes, eles são recrutados à força por grupos rebeldes militantes, e também são alvo de tortura e agressão. Raptos, ameaças e empobrecimento tático de homens estão afetando muito as famílias cristãs.

Depoimento de um cristão etíope

“Meus parentes são muçulmanos e oram cinco vezes ao dia. Quando aceitei Jesus Cristo, parei de orar com eles. Eles me disseram que eu contaminei a cultura. Na verdade, eles dieeram que eu traí a eles e à fé. Eles me forçaram a sair de casa e se recusaram a me dar comida e abrigo. Eles até ameçaram me matar, pois acham que quando eu ficar com fome, vou voltar. Apesar de todas essas coisas, a proteção de Deus me salvou”. (Khalid, cristão perseguid na Etiópia)

Casal cristão é preso junto com seu bebê acusado de evangelismo, na Somalilândia

A família permanece sob custódia da polícia e não é a única que foi detida pelas autoridades locais.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA PORTAS ABERTAS

A família cristã permanece presa na Somalilândia e o período de investigações foi prorrogado. (Foto representativa / Portas Abertas)

No dia 21 de janeiro, a polícia de Hargeisa, na Somalilândia, prendeu o casal Mohamaed e Hamdi, e o bebê do casal. A polícia vasculhou a casa da família, confiscou os materiais pertencentes a eles e também prendeu uma mulher que morava com o casal.

A família permanece sob custódia da polícia e não é a única que foi detida pelas autoridades locais.

Em 25 de janeiro, eles foram levados a um juiz sob uma suspeita de disseminação de cristianismo. Em uma audiência em 10 de fevereiro, os cristãos foram informados que o período de investigação está sendo tratado.

O advogado do casal os visitou na prisão e crianças que estavam sendo bem tratados e com boa saúde. Mas após alguns dias, quando as visitas foram negadas e ninguém mais teve contato com os cristãos, mesmo após reclamações com o Ministério Público.

Embora a Somalilândia tenha declarado unilateralmente a sua independência em 1991, oficialmente, ainda pertence à Somália, fazendo fronteira com Djibuti, Etiópia e com o estado somali de Puntlândia.

A Somália ocupa o 3º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, onde os seguidores de Jesus enfrentam pressão e vinda, principalmente, de grupos extremistas, amigos e familiares e líderes do governo.

Perseguição aos cristãos no mundo cresceu mais de 30% em um ano, diz Portas Abertas

Os dados foram divulgados pela Portas Abertas, junto ao lançamento da Lista Mundial da Perseguição 2021

Cristãos se reúnem para cultuar em igreja, na China. (Foto: South China Morning Post)

O número de cristãos perseguidos no mundo passou para mais de 340 milhões (comparado a 260 milhões no ano passado), o que indica um aumento de 30% em um ano. Os dados são da Lista Mundial da Perseguição 2021, elaborada pela Portas Abertas, que combina extensas pesquisas de campo, com as análises de especialistas, além dos depoimentos de cristãos perseguidos em seus respectivos países e comunidades.

A população cristã no mundo está sofrendo com o aumento da violência em regiões específicas, como o terrorismo e extremismo no continente africano, além do aumento da pressão e das ameaças, devido ao uso de tecnologias de sistemas de vigilância para monitorar cristãos, em países como a China e a Índia.

Segundo a organização, um dos principais fatores que possibilitou o aumento da perseguição a cristãos no mundo foi a pandemia do Coronavírus, que atingiu principalmente, a população cristã perseguida nesses países listados e alguns outros, que também são acompanhados pela Portas Abertas.

A crise pandêmica destacou a discriminação sistêmica, o tratamento desigual e a perseguição sofrida pelos cristãos.

Sinal de alerta

Fato agravante apontado pela lista deste ano é que este ano, pela primeira vez desde que Portas Abertas elaborou esse ranking, todos os 50 principais países estão pontuando acima de 61 pontos, o que indica Perseguição Severa. Os 12 primeiros países da Lista estão pontuando Perseguição Extrema, sendo um a mais que os 11 do ano passado.

O aumento da perseguição foi tamanho durante 2020, que ultrapassou a lista de Perseguição da Portas Abertas. Além de todos os 50 primeiros países pontuarem Perseguição Severa, outros quatro países também chegaram ao mesmo nível de intolerância, sendo eles: Cuba, Sri Lanka, Emirados Árabes Unidos e Níger.

Em um texto enviado por email pela Portas Abertas, a organização alerta o quanto a pandemia contribuiu para que a intolerância contra os cristãos se intensificasse no mundo.

“A Covid-19 tem sido um catalisador para a repressão de cristãos minoritários, que em países como Bangladesh, Índia, Paquistão, Iêmen e Sudão às vezes tiveram a ajuda emergencial do Governo negada”, lembra o texto. “Alguns foram informados que era porque ‘Sua Igreja ou seu Deus deve alimentá-lo’ ou mesmo ‘o vírus foi criado e espalhado pelo Ocidente, de onde veio sua religião e seu Deus’”.

Na Somália, por exemplo, o grupo terrorista islâmico Al Shabaab culpou os cristãos pela disseminação da Covid-19, dizendo que o vírus “foi espalhado pelas forças cristãs”, que invadiram o país e que os “infiéis” (como são chamados os cristãos ex-muçulmanos) são responsáveis por toda a desgraça.

Saiba quais são os 50 países nos quais os cristãos sofrem mais perseguição religiosa no mapa, com a lista abaixo:

 

 

Destaque Perseguição contra Cristãos
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