Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
terça-feira, 10 março
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Destaques»Para evitar colapso no sistema, desembargador acata recurso da Umanizzare
Destaques

Para evitar colapso no sistema, desembargador acata recurso da Umanizzare

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins21 de julho de 2017 - 16:453 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

O desembargador Ronaldo Eurípides, do Tribunal de Justiça de Tocantins – relator do Agravo de Instrumento interposto pela Umanizzare Gestão Prisional – suspendeu nesta sexta-feira (21), por mais 30 dias, os efeitos da decisão do juiz singular, Roniclay Alves de Morais, da 4ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas, que determinou o dia 31 de julho como prazo final para encerramento das atividades da empresa na Unidade Prisional de Tratamento Penal Barra da Grota (UTBG) e na Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP).

Em sua decisão, o magistrado realçou a complexidade do assunto e pediu para ouvir a Procuradoria Geral de Justiça e a Procuradoria do Estado, por entender que a interrupção abrupta do contrato de cogestão poderia resultar num colapso do sistema prisional, com repercussões imprevisíveis. O relator afirma que “a prudência e a cautela recomendam o acolhimento do pedido de atribuição de efeito suspensivo ao presente recurso, embora não da forma como postulada”.

O desembargador explicou que sua decisão teve como objetivo “evitar qualquer risco advindo da interrupção abrupta dos serviços prestados pela agravante (Umanizzare), com o colapso do sistema prisional, rebeliões nas referidas unidades prisionais, com sérios prejuízos aos presos e à segurança da população em geral”. Argumenta ainda que o novo prazo é suficiente para escutar os demais órgãos, “de forma a angariar maiores subsídios fáticos à apreciação do pedido”.

 POSIÇÃO DO ESTADO

Desembargador Ronaldo Eurípides

A posição do Governo do Estado de Tocantins ficou publicamente conhecida depois que a Procuradoria Geral do Estado ingressou na quarta-feira (19) no Tribunal de Justiça do Estado com Agravo de Instrumento também contestando a decisão do juiz Roniclay Alves de Morais. No recurso – assinado pelo procurador do Estado, Kledson de Moura Lima – o governo diz ser “impossível” assumir a titularidade dos serviços atualmente prestados pela Umanizzare, por ser inviável a tramitação de processos de contratação de pessoal até 31 de julho.

Segundo o governo, o mais aconselhável é aguardar até o final do mês de novembro para assegurar uma transição sem descontinuidade de serviços essenciais, como fornecimento de alimentação. Esclarece, ainda, que “a Umanizzare investiu em equipamentos, aparelhou a estrutura física dos presídios e mobiliou o que necessitava para executar os serviços, sobretudo a cozinha”. Acrescenta que, para evitar “um caos” no sistema prisional o prazo deve ser maior “e não apenas poucos dias”. O efeito de uma medida sem a devida cautela pode ser drástico, afirma.

POSIÇÃO DA UMANIZZARE

A Umanizzare argumenta que a decisão liminar atendeu a um mero “temor subjetivo” do Ministério Público, “que fez conjecturas e especulações sobre possível ocorrência de fatos… partindo de fatos ocorridos no Estado do Amazonas”. O MP é autor da Ação Civil Pública que ensejou a decisão desfavorável ao Estado de Tocantins e se baseia na tese segundo a qual haveria risco de uma crise penitenciária semelhante à ocorrida em janeiro no Amazonas.

“Nesse sentido é importante registrar que o que justifica a suspensão do contrato é aquele perigo de dano concreto, certo, e não o hipotético ou eventual, decorrente de mero temor subjetivo do Ministério Público”. A defesa da Umanizzare argumenta ainda que até o momento não se verificou nas unidades prisionais do Tocantins nenhum sinal de rebelião ou outro fato que levasse o governo a intervir no sistema.

 

Gestão Prisional Umanizzare
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Remake no Palácio Araguaia: a velha trama da sucessão volta a assombrar a política do Tocantins em 2026

9 de março de 2026 - 19:55

Circuito Tocantinense da Pesca deve injetar R$ 50 milhões na economia e consolidar Estado como polo nacional do turismo de pesca

9 de março de 2026 - 17:52

Após semanas de chuva intensa, produtores correm para retomar colheita de soja no Tocantins

9 de março de 2026 - 11:40

Justiça determina socorro imediato a comunidades isoladas em Sandolândia

9 de março de 2026 - 09:19

Motorista morre em colisão frontal na BR-153 entre Gurupi e Cariri, no sul do Tocantins

8 de março de 2026 - 18:33

2º Concurso de Redação da Escola do Agro está com inscrições abertas em Gurupi

7 de março de 2026 - 18:24
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.