Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
terça-feira, 31 março
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Destaques»Presidente da Fecomércio fala sobre cenário econômico para 2016
Destaques

Presidente da Fecomércio fala sobre cenário econômico para 2016

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins7 de janeiro de 2016 - 18:004 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

O ano de 2015 se foi, mas as instabilidades política e econômica do País continuam sendo motivos de preocupação, principalmente para os empresários do setor de serviços. E as previsões para este ano que se inicia não são nada animadoras: queda de 3,5% no PIB, inflação acima de 10% e o fantasma do desemprego. A atividade econômica continuará se contraindo em 2016, é o que admite até o próprio governo federal. Isso é ruim porque significa recessão, ou seja, diminuição da atividade econômica, queda na produção e desemprego. No Tocantins, segundo estudos da Fecomércio São Paulo, Palmas está entre a cinco capitais com a maior proporção de famílias endividadas, atingindo 77%. Esses dados são resultantes da pesquisa Radiografia do Endividamento das Famílias Brasileiras, que mesclam ainda números comparativos de 2012, 2013 e 2014, tendo como base informações do Banco Central do Brasil, do IBGE e da CNC.

Para o presidente do Sistema Fecomércio Tocantins, Itelvino Pisoni, depois de um ano de recessão econômica, de aumento da inflação e agora, no romper de 2016, a adoção de severas medidas econômicas tanto pelo governo estadual, quanto pelo federal, as previsões realmente não são nada boas para o brasileiro. “O pior de tudo isso é que alguns economistas afirmam que ainda não chegamos ao ápice desta crise”, destacou Pisoni.

Pisoni 1bPisoni lembra ainda que a classe empresarial tentou negociar com o governo estadual e com os deputados estaduais, acerca das novas medidas econômicas propostas pelo executivo, ainda em agosto último. O que resultou no movimento “#NãoMaisImpostos”, que realizou até a paralisação do comércio no dia 21 de outubro nas três maiores cidades do Estado como forma de protesto. E lamenta que a classe não tenha recebido a tratativa adequada, visto que o pacote econômico foi votado às pressas no final de setembro. “O comércio e os serviços concentram quase cerca de 60% do PIB do Estado e é o segundo maior empregador formal. Não poderíamos ter sido tratados daquela forma. Mas quero aqui ressaltar que o governo nos atendeu num quesito, quanto à redução do ICMS para empresas de pequeno porte enquadradas no Simples, que ficou com 75% de redução no diferencial de alíquota para o período de 2015 e 2016, para compras efetuadas fora do Estado”, disse.

Outra preocupação apontada por Pisoni trata da aprovação da Lei Orçamentária Anual, a LOA 2016, em dezembro último. O motivo: os altos e injustificáveis reajustes praticados na LOA nos repasses aos poderes Legislativo, Judiciário, Defensoria, TCE e MPE, diante da situação econômica do País. “É claro que, olhando para trás, já estivemos bem pior. Por exemplo, a hiperinflação, a grande desorganização das contas públicas e a alta restrição de crédito ao Brasil, nos anos 80. Um governo que diz que o ano de 2015 foi difícil, economicamente falando, mas propõe reajustes tão altos de um ano para o outro, já que teve orçamentos que passaram dos 30% de reajuste”, questionou.

Pisoni entende que tanto o governo federal, quanto o estadual não estão fazendo a parte deles no que se refere a medidas reais de combate a essa crise. Como exemplo, cita a falta de uma ação simples: o enxugamento da máquina administrativa. “Outro avanço seria, além das reformas tributária, trabalhista e previdenciária – ações que dependem do Congresso – a adoção de mudanças que ampliem a competitividade das empresas brasileiras. Com o que temos, as previsões mais otimistas apontam uma retomada do crescimento a partir do segundo semestre de 2016. Mas para que saiamos todos dessa crise, é necessário que cada um: governo, iniciativa privada e a população, faça a sua parte da melhor maneira”, ressaltou. (Ronaldo Coelho – Ascom Fecomércio Tocantins – com informações da Assessoria de imprensa FecomercioSP)

Cenário econômico para 2016 Itelvino Pisoni Sistema Fecomércio Tocantins tocantins
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Bastidores: Carlesse avalia disputar o Senado e movimenta bastidores na reta final da janela partidária

31 de março de 2026 - 20:01

Márcio Barbosa deixa Comando da PMTO como nome forte na disputa a deputado federal e referência na segurança

31 de março de 2026 - 17:44

Leo Barbosa rebate críticas e destaca avanços na educação e infraestrutura do Tocantins

31 de março de 2026 - 17:23

Reajuste anual de medicamentos já está autorizado

31 de março de 2026 - 17:00

Norte do Tocantins: HDT-UFNT registra mais de 70 atendimentos por acidentes com serpentes em 2025

31 de março de 2026 - 16:38

Após apelo de familiares e cobrança do Portal Atitude, SES-TO autoriza transferência de idoso do Hospital de Alvorada para o Regional de Gurupi

31 de março de 2026 - 09:26
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.