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Reviravolta no caso do suposto latrocínio em autoescola de Gurupi

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins4 de abril de 2018 - 20:063 minutos de leitura
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O crime que chocou Gurupi e tirou de forma brutal, a vida do instrutor de trânsito Vilmar Alves Pereira, no último dia 26 de março, teria sido por motivo passional e não por causa de um assalto.


por Regis Caio 

A descoberta foi feita pela equipe de policiais civis do 1º DP de Gurupi, depois de árdua investigação e constatou que ao contrário do que se estimava, o delito ocorrido em uma autoescola no centro da cidade, com características de latrocínio, na verdade teria sido uma morte encomendada em uma macabra trama por causa de ciúmes.

Os policiais cruzaram informações, apuraram boatos e voltaram a ouvir o assassino. Com esse trabalho minucioso, surpreendentemente foi descoberto que o agropecuarista Airton Gross, teria encomendado a morte do funcionário da auto-escola.

Gross, que atualmente cumpre prisão domiciliar com tornozeleira na cidade de Sucupira – TO, responde há 12 anos por matar a sangue frio, o advogado José Fortaleza em março de 1999, na cidade de Figueiropólis (TO).

A prisão ocorreu 09 dias depois da Polícia Civil ter prendido Lucas Pereira Batista, 24 anos, acusado de ter executado o homicídio.

De acordo com o executor Lucas Pereira Batista, vulgo Gordim, o acerto teria sido via telefone e no valor de R$ 2.500,00.

E que a encomenda aconteceu porque o mandante disse que Vilmar era um “talarico” (termo pejorativo usado para dizer que alguéem é fura-olho) pois tinha se envolvido com sua ex-mulher, Lúcia Rios, enquanto Gross cumpria pena no presídio de Cariri.

“Gordim” alegou que precisava de dinheiro para pagar a pensão atrasada de uma filha. Ainda segundo ele, a intenção era matar com um único tiro no rosto, pois tinha certeza que a vítima não escaparia. E o disparo acabou acertando a região do olho da vítima.
Já os celulares roubados, que inicialmente fizeram a polícia pensar em latrocínio, teriam ficado por conta e risco do seu comparsa.

Os policiais estimam que Airton Gross teria passado a monitorar de forma indireta, o instrutor de trânsito, quando ainda no fim do ano passado pediu via Defensoria Pública, pra sair do presídio e fazer viagens para Gurupi, com a intenção de renovar sua CNH, inclusive montando seu processo na mesma escola que a vítima trabalhava.

A ação culminou nesta tarde de quarta-feira, 4, quando a equipe de agentes e delegados do 1º DP, efetuou a prisão de Airton Gross, em sua casa na cidade de Sucupira. Junto com ele foram encontradas, R$ 47.760 reais em cédulas, 64 muniçoes calibre 22, 18 muniçoes de calibre 20 e duas armas longas – uma rossi calibre 20 e uma CBC calibre 22.

Autoescola homicídio Latrocínio
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