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Seguro proposto pela Fecomércio é desvantajoso para trabalhadores e empresários, defende ACIPA

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins22 de agosto de 2018 - 14:304 minutos de leitura
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Reunidos na sede da Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa), na última sexta-feira, 17, empresários e representantes de entidades comerciais discutiram mais uma vez sobre as desvantagens do serviço que a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Tocantins (Fecomércio) impôs aos empresários na sua última Convenção Coletiva de Trabalho.

por Redação


Segundo a ACIPA, o comparativo feito pela Associação Tocantinense de Supermercados (ATOS) mostra que o que está sendo imposto pela Fecomércio não é vantajoso nem para o trabalhador, nem para os empresários. De acordo com a presidente da ATOS, Fátima de Jesus, a insatisfação dos empresários vai além do valor de R$20 da taxa, mas, também sobre a qualidade do serviço que será ofertado aos colaboradores. “Nós entendemos a importância de termos nossos funcionários assegurados, mas nós queremos que essa assistência seja de qualidade, e existente. Ninguém espera precisar de um auxílio funeral, por exemplo, mas quando esse momento chegar, quanto melhor for a qualidade do serviço mais rápido você consegue atravessar a situação”, pontou.

A ATOS listou os 14 serviços que são assegurados ao trabalhador pelo seguro que as empresas do Tocantins possuem atualmente. Desse quantitativo, a empresa indicada pela Fecomércio apresenta menos da metade. Na página da Federação na internet os benefícios listados são apenas sete. Além da diferença geral na oferta dos serviços, os valores também são diferentes.

No entendimento da ACIPA, atualmente, um trabalhador que precisar ser afastado por acidente de trabalho poderá receber até R$ 3 mil. Já o serviço imposto pela CCT da Fecomércio só prestará assistência no valor de R$ 400, em uma única vez. Esse valor é sete vezes menor do que o trabalhador tem direito atualmente. Os trabalhadores do Tocantins podem contar também com auxílio funeral para cônjuges e filhos, serviços que não tem cobertura no novo modelo imposto pela Fecomércio.

Flávio Martins, de 37 anos, trabalhador de uma rede de supermercados de Palmas, teve que ficar afastado do trabalho por 45 dias após queda sofrida enquanto descia do caminhão e sofrer luxação em um dos pés. De acordo com o motorista, a assistência recebida no período de afastamento foi ótima. “Por eu ter essa assistência e um atendimento rápido, me recuperei da melhor forma. Eu acho que esse tipo de benefício deve ser mantido, pois é uma segurança a mais para nós trabalhadores”, pontuou.

Para Andressa de Souza, que foi mãe pela primeira vez em 2017, o auxilio natalidade na forma de produtos para o bebê e alimentos foi para ela um benefício importante na hora de cuidar do filho recém chegado. O valor oferecido no seguro da Fecomércio é de R$500. “Eu e meu esposo fizemos as contas e, se fôssemos comprar tudo que veio na cesta de produtos, passaria do valor que a gente podia bancar. Claro que não iríamos deixar faltar nada para o nosso filho, mas esse auxílio foi bem-vindo”, ressaltou.  Ainda, segundo a secretária, benefícios assim deixam o trabalhador com maior confiança na empresa em que trabalha, pois sabe que caso precise terá uma assistência de qualidade e de maneira rápida.

Não concordo e Não apoio a Fecomércio, pontua ACIPA

Cerca de 14 entidades representativas dos empresários têm encabeçado uma luta para anulação da nova taxa imposta pela Fecomércio. De acordo com os empresários, todos os serviços apresentados pela nova CCT já são disponibilizados para os trabalhadores, o que não justificaria o novo valor e a concentração dessa prestação de serviço para apenas uma empresa. Ainda segundo os empresários, essa nova taxa tem características de contribuição sindical compulsória, ação que foi proibida pela nova lei trabalhista.

Se manifestam contra a nova taxa a Associação Comercial e Industrial de Gurupi, (ACIG); Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa), Associação Comercial de Supermercados (Atos), Câmara de Dirigentes Lojistas de Palmas (CDL), Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Estado do Tocantins (Acomac), Associação Comercial e Industrial de Paraíso (Acip), Associação dos Distribuidores e Atacadistas do Estado do Tocantins (Adat), Associação Comercial, Empresarial, Agronegócio, Ecologia e Turismo de Taguatinga Tocantins (Aceit), Associação Comercial e Industrial de Tocantinia (Acito), Associação Comercial e Industrial de Palmas/TO (Acipa), Associação Empresária, Comercial e Industrial de Lagoa da Confusão-TO (Aecilc), Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Miracema-TO (Aciam), Associação dos Jovens Empresários e Empreendedores do Tocantins (Ajee-TO), Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Guaraí (Aciag) e Associação Comercial, Industrial e Prestacional de Colinas (Acicolinas). (Informações da Assessoria de Comunicação da ACIPA)

Acipa Fecomércio
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