Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
sexta-feira, 13 março
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Sobre a maconha medicinal no Brasil
Notícias

Sobre a maconha medicinal no Brasil

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins17 de julho de 2018 - 20:093 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

“Do ponto de vista da saúde pública, não faz sentido se falar em maconha medicinal. Isso não quer dizer que não se deva progredir com toda a velocidade possível no campo das pesquisas sobre os efeitos terapêuticos das substâncias contidas na cannabis. Pelo contrário, é fundamental que o Brasil não se negue a avançar pelo caminho da ciência e permita”, Dr. Guilherme Messas.

por Dr. Guilherme Messas


O tema da maconha medicinal vem ganhando grandes proporções no mundo ocidental e, mais recentemente, no Brasil. A legalização do uso de cannabis para tratamento médico em alguns países e, principalmente, alguns estados americanos, trouxe este tema à baila no Brasil. Existem alguns estudos preliminares que indicam que algumas das substâncias químicas contidas na cannabis possam ser eficazes para tratar problemas de saúde. O canabidiol, em específico, foi liberado no Brasil para os cuidados em relação a alguns quadros de epilepsia refratária em crianças.

Com isso, criou-se grande expectativa de que a ANVISA, agência regulatória brasileira, responsável pela liberação e controle de uso de novas substâncias terapêuticas, viesse em breve a regulamentar o uso de maconha para fins medicinais. Entretanto, essa expectativa vem sendo frustrada, com hesitações a esse respeito por parte da ANVISA. É importante que a população brasileira seja esclarecida, em um assunto tão polêmico, acerca do que está em jogo quando se fala em maconha medicinal.

A liberação do uso medicinal de qualquer tratamento ou droga deve submeter-se a uma série de procedimentos administrativos e científicos, para que seja garantida à população sua utilização segura. Apenas nesse caso se pode falar em uso medicinal. A cannabis não é exceção. O seu eventual uso medicinal deve seguir estritamente a lógica da saúde pública e, por isso, sua aprovação não pode abrir mão de nenhum protocolo de segurança, sob risco de produzir importantes danos na população. No caso da dita maconha medicinal, os necessários processos para aprovação com segurança não foram atendidos.

Do ponto de vista da saúde pública, não faz sentido se falar em maconha medicinal. Isso não quer dizer que não se deva progredir com toda a velocidade possível no campo das pesquisas sobre os efeitos terapêuticos das substâncias contidas na cannabis. Pelo contrário, é fundamental que o Brasil não se negue a avançar pelo caminho da ciência e permita. Mas não devemos confundir o necessário avanço científico com as exigências de saúde pública no momento.  A saúde pública como bem maior deve ser salvaguardada pela ANVISA e, para isso, a população deve exigir que toda nova terapêutica siga à risca os protocolos internacionais de segurança.

Prof. Dr. Guilherme Messas, Psiquiatra especialista em Álcool e Drogas, é Professor e Coordenador do Programa de Duplo Diagnóstico em Álcool e Outras Drogas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. É Coordenador da Câmara Temática Interdisciplinar sobre Drogas do Conselho Regional de Medicina de São Paulo. Contato: [email protected]

Brasil Maconha medicinal
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Governador Wanderlei Barbosa cumpre agenda em Assunção e apresenta potencial econômico do Tocantins em encontro do BID

12 de março de 2026 - 20:25

Laurez rebate Governo do Tocantins e afirma que dívidas do Plano Servir são ‘problema acumulado’ antes da gestão interina

12 de março de 2026 - 19:16

Tragédia em Gurupi: Rompimento de represas em cadeia causa inundação repentina e rastro de destruição

12 de março de 2026 - 18:36

Ato em Gurupi lembra vítimas de feminicídio e reforça mobilização pelo fim da violência contra a mulher

12 de março de 2026 - 17:00

Governo do Tocantins zera atrasos no período da gestão interina e garante continuidade do Plano Servir para servidores estaduais

12 de março de 2026 - 16:14

Em Gurupi, Amélio Cayres consolida pré-candidatura ao Governo e defende celeridade nas obras do HGG

12 de março de 2026 - 15:42
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.