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Lar»Política»Eleições»Janela partidária abre em março e pré-candidatos avaliam partidos com maior sustentação política e financeira para 2026
Eleições

Janela partidária abre em março e pré-candidatos avaliam partidos com maior sustentação política e financeira para 2026

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins19 de fevereiro de 2026 - 18:213 minutos de leitura
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Mudanças de sigla só serão permitidas para deputados estaduais e federais; estratégia eleitoral passa pelo peso do Fundo Eleitoral e pela força das federações partidárias. Para avaliar as movimentações em Gurupi, o Portal Atitude ouvir os deputado Eduardo Fortes (PSD), Gutierres Torquato (PDT) e o suplente de deputado, Gleydson Nato (PL)

Por Wesley Silas

A janela partidária ficará aberta até 3 de abril e permitirá a troca de partido somente para deputados estaduais e federais, já que não haverá eleição para vereadores em 2026. Por isso, vereadores que pretendem disputar vaga na Assembleia ou na Câmara Federal não poderão mudar de sigla neste período.

A abertura da janela partidária, no início de março, deve redesenhar o cenário político do Tocantins. Com a disputa de 2026 no horizonte e a concentração de recursos do Fundo Eleitoral nas maiores federações, deputados estaduais e federais avaliam mudanças de sigla em busca de estrutura financeira, tempo de propaganda e alianças que deem sustentação às suas candidaturas.

Peso do Fundo Eleitoral nas decisões

O volume de recursos disponíveis no Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) é hoje um dos principais fatores na definição de rumos partidários. Federações e partidos com maior fatia do fundo tendem a atrair pré-candidatos por oferecerem mais condições de competição, estrutura e visibilidade.

A federação União Progressista (PP + União Brasil) concentra R$ 953,6 milhões, quase 20% do total previsto para este ano, garantindo grande capacidade de investimento e de propaganda. O PL, comandado no Tocantins pelo senador Eduardo Gomes, aparece em seguida, com R$ 886,7 milhões.
Na sequência estão Republicanos (R$ 333,8 milhões), presidido pelo governador Wanderlei Barbosa, e o PSD, liderado no Estado pelo vice-governador Laurez Moreira.

Vicentinho Júnior e o PSDB

Nesse ambiente, o deputado federal Vicentinho Júnior (PP) avalia deixar a federação que restringe sua intenção de disputar o governo. Ele articula aproximação com o PSDB, sigla em décimo lugar no ranking nacional do fundo partidário, que pode oferecer maior autonomia para conduzir seu projeto eleitoral.

Movimentações no sul do Estado

Em Gurupi, onde o Portal Atitude ouviu lideranças locais, o cenário também se ajusta à dinâmica da janela partidária:

  • Eduardo Fortes deve deixar o PSD e se filiar ao Republicanos, após convite do governador Wanderlei Barbosa.
  • Gutierres Torquato (PDT) admite possível ida para o PSD, sob comando de Laurez Moreira.
  • Gleydson Nato (PL) analisa convites e aguarda reunião com o presidente estadual da sigla, senador Eduardo Gomes, antes de definir seu próximo passo.
  • Os vereadores Colemar da Saborelle (Podemos) e Ivanilson Marinho (PL) permanecem em suas siglas por não terem direito à mudança neste período.

Contexto eleitoral do Tocantins

O Estado ocupa a 23ª posição entre os menores colégios eleitorais do País. Em contrapartida, unidades como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia concentram 47,98% dos eleitores, o que influencia diretamente a distribuição e o impacto do Fundo Eleitoral.

A janela partidária de março será determinante para a reconfiguração das alianças no Tocantins. Com o peso crescente do Fundo Eleitoral e a força das federações, partidos com maior estrutura tornam-se decisivos para quem pretende disputar cargos majoritários e proporcionais em 2026. As próximas semanas devem consolidar o mapa político do Estado e definir quem chega mais competitivo à corrida eleitoral.

Eleições 2026 Janela Partidária
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