“Lá não teve audiência pública e foi apenas um momento para o ministro falar que a concessão está de pé a partir do primeiro semestre do anos que vem o edital estará prontinho para fazer a exploração, de forma que ele disse que não vai alterar os estudos iniciais que é o EVE”, disse o vereador por Gurupi, Sargento Jenilson (PRTB) sobre a audiência pública ocorrida na sexta-feira, 01, em Porangatu (GO) com a participação do ministro da Infraestrutura Tarciso Gomes.
por Wesley Silas
A concessão de exploração pelo período de 30 anos e prevê atender um total de 850,7km da BR-153/414, de Anápolis (GO) a Aliança do Tocantins; mas com previsão de conclusão da duplicação no trecho do Tocantins apenas para o anos de 2041, enquanto o trecho de Goiás será iniciado em após o anúncio da empresa vencedora.
“Estou triste porque o Estado do Tocantins terá cobrança deste pedágio a partir de janeiro de 2021 e, consequentemente, os grandes investimentos só chegam em 2041 em sua plenitude no sentido de que o segundo ciclo só vai iniciar no 16º ano e vai finalizar em 2041. Ou seja, mais uma vez o Tocantins foi deixado para trás e eles ignoraram todos os investimentos que estão sendo feitos em outras frentes de infraestrutura na nossa região e, consequentemente é um atraso para o nosso Estado porque já tem outras grandes obras que poderiam ser interligadas neste grande eixo rodoviário”, disse o vereador.
Alguns dos gargalos do Edital é a falta de respostas para solucionar problemas como a ligação da BR-242 e BR-153, por meio de uma alça viária na região onde encontra-se o pátio multimodal da ferrovia Norte-Sul e conclusão da travessia urbana de Gurupi.
Perguntei [ao ministro] sobre conclusão das obras inacabadas também em Gurupi e nenhuma dessas alterações/conclusões estão previstas na Proposta desse Edital PER-003/2019. Ele informou apenas que com a possibilidade da Transbananal ou a FIOL buscará essa ligação da BR 242 com a 153 por meio dessa alça leste”, disse o vereador.
De acordo com o vereador, depois da audiência ocorrida em outubro em Gurupi ele esteve em Brasília alertando a bancada federal para ser feito um novo Estudo de Viabilidade Econômica – EVE, realizado pela Empresa de Planejamento e Logística – EPL..
“Lá não teve audiência pública e foi apenas um momento para o ministro falar que a concessão está de pé”, Sargento Jenilson.
“Tanto é que na chamada pública nós apresentamos 18 solicitações e uma delas apresentamos por completa para que fosse analisado um novo estudo de exploração, ou seja um novo EVL, para que assim
Eles nem sabiam e a gente teve que alertar todos eles e, ao falar com todos os prefeitos daqui a maioria manifestou-se contrário, mas como vai cair o ISS a partir da cobrança do pedágio por centavo por quilômetro rodado muitos prefeitos se acomodaram nesta situação, infelizmente”, disse o vereador.
Ser tivesse ação de verdade seriam os 11 nossos parlamentares do Congresso com mais estes nossos 18 prefeitos impactados da região que poderiam estar de uma forma ou de outra com manifesto mostrando que deferia sim ter sido feito uma nova proposta, ou uma como uma frente de serviços partido do Norte para o Sul partindo de Aliança e a outra começando de Anápolis na duas alças ou, automaticamente, nós começarmos duas frentes de serviços, sendo uma a partir de Anápolis e outra de Porangatu subindo para o norte; mas, nenhuma destas duas possibilidades foram feitas e não foi feito nenhum tipo de atendimento às nossas reivindicações”, disse o vereador que em seu ponto de vista o Governo Federal não atendeu o pedidos solicitados pelas lideranças do Tocantins.
“Lá não teve audiência pública e foi apenas um momento para o ministro falar que a concessão está de pé a partir do primeiro semestre do anos que vem o edital estará prontinho para fazer a exploração, de forma que ele disse que não vai alterar os estudos iniciais que é o EVE”, concluiu.








