Na segunda-feira (16), a Câmara Municipal de Araguaína elegeu, em sessão extraordinária especial, a Mesa Diretora que conduzirá o Poder Legislativo durante o biênio 2027-2028. O atual presidente, Max Fleury (MDB), foi reeleito por unanimidade liderando a chapa única “Juntos por Araguaína”. O grupo governará o parlamento municipal a partir de 1º de janeiro de 2027.
Continuidade administrativa e articulação política
A votação consensual refletiu a busca pela manutenção da atual linha de gestão interna e da articulação com o Poder Executivo local. Durante a sessão, parlamentares como Flávio Cabanhas e o vice-presidente eleito, Israel Gomes (União Brasil), defenderam a continuidade dos trabalhos administrativos e a estabilidade institucional na transição para a próxima legislatura.
Em pronunciamento, Fleury atribuiu o resultado ao diálogo entre as diferentes correntes partidárias da Casa e defendeu a manutenção da cooperação com a gestão do prefeito Wagner Rodrigues para dar andamento às demandas do município.
Composição da Nova Mesa Diretora
A chapa eleita reúne representantes de cinco partidos diferentes, consolidando um bloco de apoio amplo dentro da estrutura da Câmara. A composição oficial ficou definida com os seguintes integrantes:
Presidente: Max Machado Fleury (MDB)
1º Vice-Presidente: Israel Gomes da Silva (União Brasil)
2º Vice-Presidente: José Renato Sousa da Silva (Republicanos)
1º Secretário: Wilson Lucimar Alves Carvalho (PRD)
2º Secretário: Gideon da Silva Soares (PL)
Suplente: Francisco Vilarindo da Silva (PSD)
Consolidação da base parlamentar
A reeleição de Max Fleury em chapa única sinaliza a consolidação de uma base parlamentar coesa em Araguaína, reduzindo o espaço para dissidências ou disputas internas nos próximos dois anos. Ao acomodar diferentes legendas (MDB, União Brasil, Republicanos, PRD e PL) nos cargos diretivos, o bloco governista assegura a previsibilidade na pauta de votações e fortalece a governabilidade do prefeito Wagner Rodrigues. A unanimidade do pleito antecipa um cenário de baixa resistência legislativa, cabendo à nova Mesa Diretora equilibrar o alinhamento com o Executivo e a autonomia fiscal e fiscalizadora do próprio parlamento.








