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Operação “Caro Infirma” dá reviravolta e ex-corregedores da Polícia Civil do Tocantins são acusados de grampo ilegal e fraude processual, entre outros crimes

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins10 de dezembro de 2020 - 09:353 minutos de leitura
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Uma verdadeira reviravolta, mais de dois anos depois da prisão de um agente de polícia civil de Gurupi, acusado de corrupção. Assim pode ser definido o rumo tomado pelas investigações da corregedoria da Polícia Civil do Tocantins, em que os investigadores terminaram por ser investigados.

por Redação

Os delegados de polícia ex-corregedores Fabio Simon, Douglas Sie e Eliane de Jesus, a delegada regional de Colinas, Olodes Maria Freitas, uma perita criminal e outros policiais são investigados por suspeita de envolvimento em crimes de associação criminosa, fraude processual, abuso de autoridade, falsidade ideológica e interceptações telefônicas ilegais, conforme consta em inquérito em andamento na justiça.

Eles são participantes da operação batizada de Caro Infirma, que resultou na prisão de um policial civil e no indiciamento de outros cinco policiais, dentre os quais uma delegada, todos lotados em Gurupi, em junho de 2018.

Depois de uma série de batalhas judiciais, os advogados de defesa dos policiais investigados colocaram a própria operação da Corregedoria sob suspeita, revelando que diversas autoridades e policiais omitiram do Judiciário e do Ministério Público provas importantes que revelavam a verdade dos fatos, além de terem sido realizadas interceptações ilegais no curso das investigações.

Diante das denúncias, e com a saída dos primeiros corregedores e continuidade das investigações por uma nova equipe da própria Corregedoria, isenta e imparcial, instaurou-se o inquérito policial nº 20/20, para apuração das condutas dos ex-corregedores.

Desde que assumiu a defesa da delegada de Gurupi, a advogada Karin Rossana Bortoluzzi, do escritório Bortoluzzi Advocacia, tem chamado a atenção para a parcialidade com que foram iniciadas as investigações contra sua cliente: “alguém que se senta diante do corregedor-geral e confessa a prática de um crime deve ser investigado. Ele tratou essas pessoas como vítimas e testemunhas, e fechou os olhos para tudo o que não convinha apurar. Os grampos ilegais, por exemplo, somente começaram a ser investigados após repercutirem na imprensa”.

A advogada Karin Rossana declarou ainda que a apuração da conduta dos corregedores “é o primeiro passo para que seja feita justiça, que não se faz senão com observância da lei e da ética. Minha cliente foi submetida a um verdadeiro linchamento moral por parte dessas pessoas que, a pretexto de investigar, utilizaram o aparato estatal para a prática de atos persecutórios e abusivos. Nunca presenciei tamanha arbitrariedade, mas buscaremos a reparação nas esferas cível e criminal, até mesmo para efeito pedagógico”.

A advogada relata ainda que, inicialmente, houve tentativa de cerceamento ao direito de defesa, quando os ex-corregedores tentaram provocar a atuação da OAB para apurar a manifestação de um dos advogados dos policiais de Gurupi, quando este levantou suspeitas acerca das ilegalidades existentes na investigação. Porém, a defesa não se calou e com muito empenho tem conseguido mostrar ao Poder Judiciário as arbitrariedades cometidas.

“A defesa seguirá firme, até mesmo para que não se repitam fatos dessa natureza. Se essas pessoas fazem isso com minha cliente, que trabalha na instituição, do que não serão capazes contra quem não dispõe de meios de se defender?” finaliza a advogada Karin Rossana.

De acordo com a delegada envolvida na operação a pior corrupção é aquela praticada a pretexto de combatê-la. “Para mim, não passam de moralistas de ocasião, e serão acionados judicial e administrativamente por seus atos”, disse a delegada Eliane Machado.

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