Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
quinta-feira, 12 março
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Dia do Abraço: neurocientista explica as substâncias que esse afeto causa em nosso corpo
Notícias

Dia do Abraço: neurocientista explica as substâncias que esse afeto causa em nosso corpo

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins23 de maio de 2021 - 16:594 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

O abraço é uma expressão corporal que demonstra sentimentos como amor, carinho, amizade e cuidado. Além disso, é um ato que nos conecta com outras pessoas por meio de um toque íntimo que desencadeia emoções e sensações. Consequentemente, após esse ato genuíno de afeto, nos sentimos leves e temos transformações de dentro para fora.

Isso porque, segundo o PhD, neurocientista e neuropsicólogo Fabiano de Abreu Rodrigues, do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), quando abraçamos alguém de forma sincera e prazerosa, o nosso cérebro produz hormônios de felicidade, bem-estar e também libera substâncias analgésicas capazes de sanar dores físicas.

“Quando surpreendemos ou somos surpreendidos dessa forma tão íntima, o nosso cérebro inicia a produção de oxitocina, que é um dos hormônios relacionados a felicidade, reduz os níveis de hormônios do estresse e eleva os níveis de serotonina, o que aumenta o bom humor. Automaticamente, por meio desse simples ato, há o fortalecimento do sistema imunológico, melhora na autoestima e controle nos níveis de ansiedade”, explica o especialista.

Outros benefícios que o neurocientista aponta por meio do abraço são: rejuvenescimento, pois melhora a oxigenação no sangue, melhora a memória, equilibra o sistema nervoso, alivia a dor e promove a empatia, já que é um ato de reciprocidade.

Fabiano também destaca que num simples abraço podemos demonstrar nossas emoções mais íntimas, no qual o próximo que a recebe consegue perceber como está o nosso estado emocional através da sintonia.

“Muitas das vezes, quando estamos em um estado emocional e mental um pouco desalinhado, a nossa capacidade de compartilhar afeto fica restrita. Desta forma, acabamos compartilhando um abraço mais frio, distante e sem muito contato físico. Esse é o reflexo de como nos encontramos emocionalmente”, disse o especialista que também acrescenta:

“Esse ‘abraçar’ sem abraçar revela nossa má vontade em doar os nossos sentimentos aos outros. Mas quando a vontade é mútua e ambos compartilham da mesma ligação afetiva, a troca e a reciprocidade trazem uma sensação de bem-estar inevitável que perdura até depois do ato”.

A cultura do abraço

Algumas culturas não têm o hábito de constantemente demonstrar afeto por meio do abraço, enquanto outras são mais “abraçadeiras”. Por exemplo o nosso país, o qual somos conhecidos mundialmente como os mais calorosos e receptivos.

Esse hábito nacional nos é ensinado desde a infância. Estudos mostram que crianças que são muito abraçadas tendem a gostar desse tipo de carinho e na fase adulta se tornam pessoas afetuosas. Por outro lado, se os pais não costumam abraçar os seus filhos, eles passam a achar o afago desconfortável e quando adultos demonstram menos carinho.

Nesse sentido, Fabiano avalia que “ao abraçar nossos filhos, estamos desde já alimentando um futuro adulto com uma elevada autoestima e ajudando na produção da ocitocina que é responsável pelo desenvolvimento da personalidade”.

Separados por uma pandemia mundial

E quem não gosta de um bom abraço apertado, ideal para demonstrar gratidão ou até mesmo fazer as pazes com um amigo querido. No entanto, até que a Covid-19 não termine a sua turnê mundial, vamos ter que nos manter afastados e ansiosos para que o tão sonhado dia chegue e, assim, podermos matar a saudade.

Foto de Jorge Uzon da AFP registra uma forma inusitada elaborada por uma canadense para poder abraçar sua mãe nos dias da mãe.

“Não podemos nos abraçar por enquanto, mas isso não quer dizer que não nos abraçaremos mais. Pense no momento como um acúmulo de carga para quando isso acabar, todos vamos nos abraçar.”, finaliza.

Sobre Fabiano de Abreu

Fabiano de Abreu Rodrigues é PhD, neurocientista, neuropsicólogo, mestre em psicanálise com pós graduação em antropologia, jornalista e especialização em nutrição clínica.

Destaque Dia do Abraço Pandemia
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Editorial | O Custo silencioso da ausência: Por que o Sul do Tocantins precisa de voz em Brasília

11 de março de 2026 - 18:03

Representatividade em xeque: A encruzilhada política que pode deixar o Sul do Tocantins, mais uma vez, sem voz em Brasília

11 de março de 2026 - 17:57

Compras sem planejamento em hospital de Dueré; TCE encontra equipamentos de laboratório comprados há seis anos e ainda encaixotados

11 de março de 2026 - 16:05

Com meta de reunir até 600 ex-prefeitos, Associação é reativada no Tocantins para enfrentar “apagão de defesa” de ex-gestores

11 de março de 2026 - 15:13

Argentina concede refúgio permanente a condenado pelo 8 de janeiro

11 de março de 2026 - 10:57

Governo do Tocantins homologa licitação para construção do Câmpus da Unitins em Augustinópolis

11 de março de 2026 - 09:21
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.