Por Wesley Silas
O momento pré-eleitoral continua com muitas incertezas quando o assunto é a composição das chapas majoritárias nas eleições ao governo no Tocantins.
Nos bastidores há fortes especulações envolvendo três chapas fortes tendo como protagonistas o governador Wanderlei Barbosa que tentará a sua reeleição. Para isso enfrenta a difícil missão de escolher seu vice numa disputa de indicações entre os grupos do ex-prefeito Amastha que defende o empresário Oswaldo Stival, os senadores Irajá Abreu (PSD) e Kátia Abreu (PP) e pré-candidata ao senado, que buscam emplacar o nome do empresário Edson Tabocão (PSD) e o deputado Ricardo Ayres que trabalha em defesa do nome do ex-prefeito de Gurupi, Laurez Moreira (PDT). Neste forte cenário de disputa encontra-se o pré-candidato esquerdista, Paulo Mourão (PT) que buscar atrair o eleitorado do ex-presidente Lula e, para isso, tem tido conversas adiantadas no sentido de lançar o ex-governador Marcelo Miranda (MDB) como pré-candidato ao senado; enquanto o líder do presidente Bolsonaro, senador Eduardo Gomes (PL) articula com maestria a pré-candidatura da professora Dorinha Seabra (União Brasil) ao senado e do ex-prefeito de Araguaína, Ronaldo do Dimas ao governo do Tocantins.
Para robustecer a pré-candidatura de Dimas, o senador Eduardo Gomes trabalha em silêncio promovendo aproximações a todo vapor e, nas conversações há expectativas do deputado federal e pré-candidato ao governo, Damaso compor com Dimas numa possível vaga de vice-governador “visando o grande projeto de transformação do Tocantins”. Foi isso que Dimas deixou no ar em uma postagem em seu Twitter:








